Colonel Meow é o gato mais felpudo do mundo

29/08

2013

às 16:08

Colonel Meow (“Coronel Miau”, em tradução livre), um gato arraçado de Himalaio e Persa de dois anos, acaba de ser distinguido pelo Guiness World Record como o felino com o pelo mais longo do mundo: cerca de 22,87 centímetros.



Os donos, Anne Marie Avey e Eric Rosario, vão promover uma festa hoje em Los Angeles (EUA) para celebrar o título.



Segundo o jornal britânico “Mirror”, Colonel Meow tornou-se mundialmente famoso graças às fotografias publicadas na Internet onde mostra o seu amor pelo whisky escocês ou o seu ódio pelas aves.



O seu canal de vídeos no Youtube tem mais de 1,3 milhões de visitas e a página no Facebook cerca de 180 mil seguidores.



“A casa está sempre cheia de pelo, incluindo nós”, contou ao jornal Anne Marie Avey. “Parece que estou sempre a aspirar”

Jovem morto por crocodilo na Austrália

25/08

2013

às 15:59

Foto: Global Imagens/Arquivo

Um jovem de 24 anos terá sido devorado por um crocodilo de 4,5 metros de comprimento quando nadava num rio infestado por estes animais no sábado, no norte da Austrália, segundo o jornal britânico “Telegraph”.



A vítima participava numa festa de aniversário junto ao rio Mary, a cerca de 100 quilómetros de Darwin, e nadava com um outro amigo. “Eles nadaram até à outra margem do rio. No regresso, a vítima foi vista entre as mandíbulas do crocodilo quando este subia o rio”, contou Geoff Bahnert, oficial da Polícia.



“Os grandes crocodilos costumam afogar as suas vítimas primeiro para melhor as controlar. Tendo em conta a experiência do passado, infelizmente, ele deve ter morrido de forma muito rápida”, acrescentou.



O ataque ocorreu pelas 16 horas de sábado num famoso parque australiano muito frequentado por observadores de crocodilos. Aquela zona é uma das mais densamente povoadas por crocodilos e existem inúmeros avisos a alertarem os turistas para o perigo, segundo o mesmo jornal.

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Cria do roaz do Sado morta por animais da mesma espécie

24/08

2013

às 14:21

Foto: Global Imagens/Arquivo

A cria de roaz do rio Sado encontrada morta há uma semana foi agredida por animais da mesma espécie, um comportamento que nunca tinha sido detetado nesta população, revelou hoje o Instituto de Conservação da Natureza e Florestas



A cria de roaz Sapal, nascida no início do mês, foi observada a 16 de agosto a ser transportada, já morta, pela mãe e no dia seguinte os técnicos do ICNF na Reserva do Estuário do Sado recuperaram o corpo que foi submetido a necrópsia.



O exame encontrou várias lesões relacionadas com agressão violenta, em diversas partes do corpo da cria de roaz. "A observação macroscópica revelou a existência de lesões relacionadas com agressão violenta", refere um comunicado do ICNF.



No dia anterior à deteção da cria morta, o ICNF foi alertado por uma das empresas de observação de cetáceos para um comportamento estranho envolvendo três roazes jovens que "empurravam" a cria Sapal para a superfície.



Este comportamento assemelhava-se àquele realizado pelos animais adultos, sobretudo as fêmeas, em situações em que as crias se encontram em dificuldades.



Embora "estranho" e inédito entre a população do Sado, "foi interpretado como podendo ser um comportamento lúdico (brincadeira), tanto mais que quando a cria era observada a nadar e a respirar sozinha junto da progenitora e de outros adultos aparentava um comportamento normal", explica o INCF.



"A existência de comportamentos agonísticos (agressão) entre cetáceos da mesma espécie (por exemplo entre roazes) e entre espécies diferentes (por exemplo ataques de roazes a botos) está documentada em bibliografia da especialidade, mas tal comportamento não tinha ainda sido presenciado na população do Sado", salienta.



O ICNF voltou a alertar os utilizadores do estuário do Sado para a necessidade de cumprimento do código de conduta da observação de cetáceos, sobretudo nos aspetos relacionados com as distâncias, modo de aproximação aos roazes e número de embarcações em observação simultânea.



A população de roazes residente no estuário do Sado é única em Portugal e uma das poucas existentes na Europa.


Polícia britânica investiga "churrasco" de cisne da rainha

21/08

2013

às 16:06

A polícia britânica está hoje a investigar a morte e aparente churrasco de um dos cisnes da rainha Isabel II.



O cisne terá sido morto, cozinhado em fogo aberto e a carne retirada antes de os ossos terem sido abandonados na margem de um rio próximo do castelo de Windsor, a oeste de Londres, anunciou a polícia e a organização de proteção dos animais 'Swan Lifeline'.



Todos os cisnes existentes no Reino Unido são considerados propriedade da coroa e matar uma das aves é considerado crime.



A carcaça queimada do cisne, em que faltava principalmente a carne do peito, foi encontrada no domingo por Wendy Hermon, membro da 'Swan Lifeline', que se dedica a tratar de cisnes doentes e feridos.



Um comunicado da polícia anunciou hoje que está em curso uma investigação por roubo e morte de um cisne. A informação policial refere que "o cisne foi morto e depois queimado".



Os cisnes, que uma lei do século XII estipulou serem propriedade da coroa britânica, foram uma iguaria tradicional servida em banquetes reais, mas desde 1981 que são protegidos por lei.



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Cadela salva vida a bebé de um mês abandonado pela mãe

26/07

2013

às 15:47

Uma cadela de nome Puti salvou a vida a um bebé de um mês que tinha sido abandonado pela mãe no pátio de uma casa, na Argentina, numa altura em que as temperaturas são muito baixas.



O menino, de nome Santino, foi abandonado pela mãe em Virrey del Pino, dentro de um carrinho de bebé, segundo o jornal espanhol “ABC”. A cadela acabou por levar os filhotes para o carrinho e cobriu-os, assim como ao bebé, com o seu corpo, impedindo-o de morrer de frio.



De acordo com a FM Radio Tres, o caso aconteceu na madrugada de 12 de julho e, na manhã seguinte, o bebé foi encontrado pelos donos da cadela, que o alimentaram e levaram ao hospital.



Dois dias depois, a mãe de Santino foi localizada pela polícia e detida. O bebé e os irmãos foram retirados à família por ordem judicial.

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Vaca cai de telhado e mata homem no Brasil

14/07

2013

às 16:43

Um homem de 45 anos morreu devido aos ferimentos provocados por uma vaca que caiu em cima do telhado da casa onde dormia, em Caratinga, Minas Gerais (sudeste Brasil), na quarta-feira à noite. De acordo com o jornal brasileiro “Hoje em dia”, João Maria de Souza foi transportado ao hospital, mas acabaria por morrer no dia seguinte.



Os bombeiros explicaram aos jornalistas que a vaca caiu sobre o telhado de zinco depois de descer um morro. O telhado não aguentou o peso e partiu, fazendo com que o animal caísse em cima do homem.

 

 João Maria de Souza sofreu ferimentos no rosto e no abdómen e fracturou uma perna, mas permaneceu sempre consciente, segundo o jornal britânico "The Telegraph". Acabou por morrer no hospital, devido a uma hemorragia interna, antes de ser visto pelos médicos, segundo a família.


Ao que tudo indica, a vaca não sofreu qualquer ferimento e foi retirada de casa pela mulher de João Maria de Souza. As autoridades procuram agora o dono do animal, que poderá ser responsabilizado pelo acidente.

Baleia com 16 metros encontrada morta no Lobito (Angola)

13/07

2013

às 19:11

Uma baleia com 16 metros de comprimento foi encontrada morta sexta-feira defronte da restinga do Lobito, litoral sul de Angola, apresentado já avançados sinais de degradação, noticiou hoje a Angop.



O cetáceo, encontrado por pescadores que se preparavam para ir à faina, foi rebocado pelos bombeiros.



Segundo o diretor do Instituto de Investigação Marinha do Centro Regional de Benguela, Kumbi Kilongo, este tipo de situações explica-se pela movimentação de baleias e focas a subirem nesta altura do ano a costa a partir da África do Sul, à procura de alimento.



Aquele técnico acredita que a baleia poderá ter morrido em consequência de uma colisão com alguma embarcação, e que o movimento das ondas trouxe-a até à restinga.



Também citado pela Angop, Miguel Nito, formado em Ambiente e Ordenamento do Território, considerou que neste período do ano a zona Antártica tem temperaturas abaixo dos zero graus centígrados e as baleias tendem a seguir para temperaturas mais quentes, percorrendo a chamada corrente de Benguela.



Foi a terceira vez que se verificou uma situação deste género. Em 2000 registaram-se dois casos, também com baleias de tamanhos consideráveis.


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Tigres de Sumatra comem um homem e cercam outros cinco

08/07

2013

às 15:41

 
Foto: Romeo Gacad/AFP/Arquivo
 
Cinco homens estiveram quatro dias refugiados no cimo de uma árvore na Indonésia, na tentativa de escaparem a um grupo de tigres de Sumatra, que matou e comeu uma sexta pessoa, segundo o jornal “The Jakarta Globe”. Foram resgatados esta tarde pela Polícia, de acordo com a BBC.
 
 
Os homens, residentes em Simpang Kiri, província de Aceh, entraram no Parque Nacional de Gunung Leuser na quinta-feira para recolher madeira aromática, extremamente cara, utilizada no fabrico óleos perfumados e de incenso.


Ao que tudo indica, os homens mataram “sem querer” uma das crias de tigre com uma armadilha para veados. Os felinos que estavam próximos lançaram-se sobre os homens, acabando por matar e comer um deles, de 28 anos. Os restantes cinco fugiram para o cimo de uma árvore.


Os residentes de Simpang Kiri tentaram salvá-los, depois de uma das vítimas ter dado o alerta via telemóvel. Mas a proximidade dos tigres fê-los recuar e pedir ajuda à polícia.


Desde sábado que uma equipa de 30 elementos das forças de segurança tentam resgatar os cinco homens. “São necessários dois ou três dias para chegar ao coração da selva de Leuser. Se os tigres ainda lá estão, teremos de disparar e anestesiá-los para salvar os cinco homens”, explicou Dicky Sondani, chefe-adjunto da Polícia de Aceh Tamiang.


Os ataques de tigres são cada vez mais frequentes em Sumatra, onde a destruição da floresta tem reduzido cada vez mais o habitat natural destes animais, obrigando-os a uma convivência forçada com os seres humanos. Existem menos de 350 exemplares destes tigres em estado selvagem.

Concentração invulgar de jamantas atrai turistas à ilha açoriana de Santa Maria

30/06

2013

às 14:42

Turistas do Norte da Europa com elevado poder de compra estão a procurar em grande número Santa Maria, nos Açores, para efetuaram mergulho com jamantas, que na ilha se concentram em quantidades invulgares.


"Durante muitos anos participei em campeonatos internacionais de mergulho e ganhei alguns prémios. Possivelmente, Santa Maria é o melhor lugar da Europa para mergulhar, sendo que a concentração na ilha de jamantas [espécie de peixe, também conhecida por manta] de várias espécies é excecional no mundo", refere Artur Silva, fotógrafo do mundo subaquático e empresário madeirense ligado a duas empresas de atividades náuticas.


Artur Silva, que no próximo verão vai abrir uma unidade hoteleira de quatro estrelas para apoiar o mergulho em Santa Maria, afirma que as jamantas "andam em cardumes" na ilha e surgem devido às correntes quentes e migrações.


"Há que preservar a passagem das jamantas pelos Açores porque é uma forma de promoção e constitui, efetivamente, um mergulho bastante diferente. Isso é fundamental".


O empresário, que pretende cativar clientes do mercado dos EUA e do Canadá, aponta os alemães, holandeses e ingleses como potenciais consumidores do mergulho enquanto produto turístico, e diz que o mercado nacional também é "importante", mas, devido à crise, "retraiu-se".


Paulo Reis, do Centro de Mergulho Paralelo 37, considerado um dos pioneiros do mergulho com jamantas em Santa Maria, em montes submarinos como o Ambrósio, explica que este tipo de atividade começou a ter lugar com maior regularidade há cerca de 10 anos.


"Inicialmente houve um operador que colocou uma boia que começou a servir de referência às jamantas, que começaram a procurar os montes submarinos devido à afluência de nutrientes, tendo estas vindo a aumentar de número de ano para ano", explica o empresário.


Paulo Reis destaca que há "cada vez mais gente" para mergulhar com estes "animais fantásticos" e que, pela primeira vez, este ano, o número de estrangeiros "vai ultrapassar" o número de nacionais, com destaque para os espanhóis, alemães e austríacos.


Paulo Reis explica que as jamantas possuem cerca de três metros de envergadura, em média, que se chegam por vezes até menos de 10 centímetros dos mergulhadores e que são "extremamente fotogénicas".


"Vai-se a África do Sul para se ver os elefantes e aos Açores para ver as jamantas ou os tubarões azuis", refere.


Paulo Reis estima que, com uma viagem de avião, estadia na ilha, alimentação e algum consumo no comércio local, a par do mergulho, cada adepto que vai aos Açores, pelo período de oito a 10 dias, tenha um impacto entre 1.500 e 2.000 euros pna economia local.


Atualmente existem vocacionadas para o mergulho seis empresas com 10 barcos a operar na ilha de Santa Maria.

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Ninho gigante de vespas destruído na Flórida

26/06

2013

às 15:14

Um ninho de vespas gigante, com dois metros de altura e dois e meio de largura, foi descoberto e destruído na zona central do estado americano da Flórida por um perito em entomologia, que o classificou como um dos maiores do mundo.


"Este ninho de vespas gigantesco fará com que não queiras voltar a sair nunca", disse, na terça-feira à noite, o perito em entomologia Jonathan Simkins, na sua conta no Twitter e na qual colocou algumas fotos, considerando tratar-se do maior ninho de vespas que viu em 20 anos.


O ninho situava-se num terreno de difícil acesso e muito arborizado, no centro da Flórida, e era de particulares. Foram os proprietários que pediram a Jonathan Simkins para que os ajudasse a retirar o ninho que podia ser mortal.


Jonatham Simkins, que tem uma empresa de exterminação de insetos, também gravou um vídeo onde se vê o próprio, envergando um fato especial, a ser perseguido por milhares de vespas.


Num relato à emissora local WFLA, Jonathan Simkins classificou o ninho como "pré-histórico, da época dos dinossauros" e calculou que tivesse milhões de vespas.

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Pombos da principal praça de Viana do Castelo fugiram aos "choques" elétricos

10/06

2013

às 14:07

Os pombos que polvilhavam a principal praça de Viana do Castelo deixaram de ser vistos na zona, comprovando o sucesso do sistema instalado para proteger a fachada de um secular edifício do centro da cidade.  Consistiu na instalação de pequenos fios pela fachada do edifício do antigo hospital da Santa Casa da Misericórdia, com cerca de 400 anos, os quais acionam pequenas descargas elétricas ao contacto das aves, afastando assim pombos e gaivotas, mas sobretudo os seus dejetos.  Praticamente indetetável à distância, este sistema custou cerca de 15 mil euros e desde o início do ano que permitiu proteger o restauro realizado daquele imóvel, no qual a Santa Casa da Misericórdia de Viana do Castelo acaba de investir mais de um milhão de euros.  "Algumas pessoas até me perguntam qual é a nossa a varinha mágica para afastar os pombos. Além de terem abandonado a nossa fachada, que estava tão degradada antes das obras, também deixaram de ser vistos na praça", disse à agência Lusa o provedor da instituição, Vitorino Reis.  A instalação deste sistema aconteceu depois de o edifício, de três andares e onde funciona a sede da instituição, ter recebido profundas obras de conservação, ao nível da fachada, que se encontrava bastante deteriorada, em grande parte devido aos dejetos dos pombos.  "Os impulsos são transmitidos às patas das aves, sem lhes provocar sofrimento, mas permitindo afugentá-las. O sistema funcionou muito bem e deixamos de ter pombos e gaivotas na nossa fachada", reconheceu Vitorino Reis.  Trata-se de uma fachada que serve de postal da cidade de Viana do Castelo, em plena praça da República, e que "não tem paralelo na arquitetura maneirista portuguesa", descrevem os especialistas, por ter sido inspirada nos modelos arquitetónicos da Europa do Norte.  "O investimento de requalificação e restauro foi muito grande. Não podíamos estar sempre a investir pelo que agora será apenas necessário realizar a manutenção daquilo que foi feito", rematou o provedor da instituição.  Apesar do "sucesso" do sistema, os pombos continuam a ser vistos em Viana do Castelo, mas agora mais afastados daquela zona da cidade.

 

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EUA lançam 2000 ratos tóxicos para combater praga de cobras em Guam

20/03

2013

às 14:38

A força aérea dos EUA vai lançar nos bosques de Guam dois mil ratos infetados com uma substância mortal para evitar a expansão de cobras que têm destruído a fauna da ilha norte-americana no Pacífico, informou hoje a agência de notícias espanhola EFE.


A missão na ilha de Guam terá lugar entre abril e maio e consiste no lançamento de ratos mortos aos quais foram anteriormente administrados em cada um deles 80 miligramas de paracetamol, mortal para as cobras castanhas arborícolas, que atingem até três metros de comprimento e cujas populações se tenta controlar.


Para evitar que outros animais também sejam envenenados, os ratos serão lançados "um a um" numa espécie de míni-paraquedas que ficam presos nas árvores onde as serpentes habitam, afirmou o biólogo da base militar dos EUA Jesse Guerrero, citado pela agência espanhola EFE.


Segundo os peritos, este réptil, proveniente na costa nordeste da Austrália e da ilha de Papua, é responsável pela extinção de nove das 12 espécies de aves autóctones de Guam e chegou ao país nos navios da Marinha dos Estados Unidos da América (EUA), durante a II Guerra Mundial.


Além das consequências para o ambiente, o Governo local está preocupado porque não consegue evitar que as cobras entrem em instalações elétricas e causem problemas de abastecimento de energia.


Segundo os especialistas, cerca de 2 milhões de cobras castanhas arborícolas habitam nos 541 quilómetros quadrados de Guam.


Na já denominada "ilha das cobras", a ausência de predadores naturais para este réptil e a abundância de alimentos têm levado ao incremento desta espécie, onde há entre 50 a 100 cobras castanhas arborícolas por hectare.


Alguns roedores, além de infetados com um veneno mortal que dura 72 horas, também vão usar um sistema de transmissão de rádio para acompanhar os movimentos das cobras antes da sua morte.


Os pesquisadores americanos que desenvolveram este teste em Guam pretendem medir o sucesso da missão nos próximos 14 meses e preparar novos projetos para combater o flagelo desta espécie de réptil, cujo veneno não é letal em humanos.


Daniel Vice, do departamento americano de agricultura e da vida selvagem para o Havai, Guam e Ilhas do Pacífico, afirmou ao jornal Pacific Daily News que os organizadores querem "ter a certeza" de que estão a fazer o procedimento correto.


A operação militar tem um orçamento de 1 milhão de dólares (cerca de 770 mil euros), financiados pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos e aprovado pela Agência de Proteção Ambiental americana.


Em Guam, ex-colónia espanhola até 1898 localizada a sul das Ilhas Marianas, no oeste do Oceano Pacífico, vivem 160 mil pessoas com passaporte norte-americano, sendo um território associado não incorporado nos EUA.   


A principal atividade económica da ilha é o turismo, tendo ainda importância para os EUA enquanto ponto estratégico militar na região.

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Porco ajuda bombeiros a lidar com animais fugitivos

22/02

2013

às 15:50

O mais recente elemento dos bombeiros de Avon, em Bristol (Inglaterra), é Dominic, um porco com 90 quilos que foi resgatado no ano passado, depois de o dono ter morrido. Segundo a edição inglesa do jornal Metro, Dominic vai ajudar os bombeiros a lidar com os animais fugitivos.


Quando o dono morreu, Dominic foi levado para  HorseWorld, um centro de reabilitação de cavalos, onde ficou conhecido por ser muito amigável, mas também atrevido. Depois de várias tentativas de fuga, os seus tratadores  concluíram que ele seria indicado para ensinar os bombeiros a  lidar com animais em fuga, sem os assustar ou magoar.


Os bombeiros são regularmente treinados naquele centro por uma equipa de especialistas que, nos últimos seis meses, decidiram introduzir uma componente prática nos treinos com a ajuda de Dominic.


O atrevido animal faz questão de não tornar fácil a tarefa dos bombeiros. Após um dia a persegui-lo em terreno lamacento, os bombeiros ficam totalmente aptos a lidar com animais fugitivos.


“A maioria dos bombeiros nunca teve contacto com animais antes, não tem ideia de como lidar com eles, nem sabem ler a sua linguagem corporal”, explicou Dawn Watkins, o responsável pelos cursos.

Raposa ataca recém-nascido dentro de casa em Londres

10/02

2013

às 15:25

Um bebé de apenas quatro semanas foi atacado por uma raposa dentro de casa, em Bromley, na capital britânica. O ataque aconteceu na quarta-feira, mas só hoje foi divulgado pela Polícia Metropolitana de Londres.


O recém-nascido foi tratado no hospital a ferimentos graves numa mão. Segundo a BBC, a mãe do menino foi alertada pelo grito lancinante que o bebé lançou. Ao entrar no quarto, viu que o filho tinha sido arrastado da cama e a mão do bebé estava entre as garras do animal.


Comentando este incidente, o presidente da Câmara de Londres, Boris Johnson, dise: “Este tipo de ataque, embora terrível, é raro, mas devemos tomar medidas para travar o problema das raposas urbanas”.


E acrescentou: “Podem parecer animais fofinhos e românticos, mas as raposas também são uma ameaça e uma praga, particularmente nas nossas cidades. Isto deve ser um alerta para os líderes dos bairros, que são responsáveis pelo controlo das pragas”.


Entrevistado pela BBC, Richard Moseley, da Associação Britânica de Controlo de Pragas, disse: “Estamos a concluir que à medida que as pessoas alimentam as raposas e as encorajam a aproximarem-se das casas, os animais estão a tornar-se domésticos. Mas é preciso não esquecer que continuam a ser animais selvagens”.

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Periquito salva dono de incêndio... e morre

08/02

2013

às 16:20

Um periquito salvou a vida do jovem dono do incêndio que tinha deflagrado em casa, em Gales do Sul, ao alertá-lo insistentemente de que algo estava mal, mas acabou ele próprio por morrer no meio das chamas.


O jornal britânico The Sun conta que Ben  Rees, 17 anos, estava a tomar banho quando as chamas começaram. Ao aperceber-se do que estava a acontecer, Cookie (assim se chama o animal), palrou insistentemente até chamar a atenção do dono


Ben ainda tentou controlar as chamas, mas teve que fugir, devido ao fumo intenso. Os bombeiros conseguiram rapidamente extinguir o fogo, mas não conseguiram salvar Cookie.


Vicky, a mãe do jovem, disse aos jornalistas: “Ele era o anjo da guarda de bem e morreu como um herói. Se Cookie não tivesse chamado a atenção, tenho a certeza de que bem também teria morrido”.


As chamas tiveram origem num pau de incenso que caiu na cama de Ben, em Llanelli, Gales do Sul.

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