Resultados por tag: cadela

Cadela salva vida a bebé de um mês abandonado pela mãe

26/07

2013

às 15:47

Uma cadela de nome Puti salvou a vida a um bebé de um mês que tinha sido abandonado pela mãe no pátio de uma casa, na Argentina, numa altura em que as temperaturas são muito baixas.



O menino, de nome Santino, foi abandonado pela mãe em Virrey del Pino, dentro de um carrinho de bebé, segundo o jornal espanhol “ABC”. A cadela acabou por levar os filhotes para o carrinho e cobriu-os, assim como ao bebé, com o seu corpo, impedindo-o de morrer de frio.



De acordo com a FM Radio Tres, o caso aconteceu na madrugada de 12 de julho e, na manhã seguinte, o bebé foi encontrado pelos donos da cadela, que o alimentaram e levaram ao hospital.



Dois dias depois, a mãe de Santino foi localizada pela polícia e detida. O bebé e os irmãos foram retirados à família por ordem judicial.

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Cadela adota tigres bebés

27/11

2012

às 15:47

 

Uma cadela de raça Pastor Branco Suíço adotou três tigres bebés que foram abandonados à nascença pela mãe no Jardim Zoológico de Oktyabrsky, na Rússia.



Segundo a edição inglesa do jornal Metro, Olymp, Dar e Tallim nasceram no dia 14 deste mês, mas foram rejeitados pela mãe, que anteriormente tinha já abandonado duas crias.



Quando o mesmo aconteceu com estes três filhotes, os funcionários do zoo sabiam que tinham que encontrar uma mãe adotiva rapidamente.



Foi assim decidido juntar as crias a uma cadela – Talli - que estava a amamentar, que os aceitou de imediato. Desde então, cachorros e tigres bebés alimentam-se e recebem carinho de Talli.

Cadela bulldog adopta seis javalis bebés

17/02

2012

às 15:22

 

Uma cadela de raça bulldog francês chamada Baby adoptou seis filhotes de javali que tinham sido encontrados abandonados numa floresta alemã.



Norbert Damm, responsável pelo santuário animal Lehnitz, nos arredores de Berlim, contou à Associated Press que mal os javalis bebés chegaram, Baby correu para eles, farejou-os e tratou de os aquecer.



Os filhotes de javali chegaram ao santuário no sábado, com apenas três dias de vida e cheios de frio. O mesmo responsável explica que a mãe tinha sido morta por um caçador e que a ninhada ficou completamente abandonada.



Os javalis estão a ser alimentados a biberão. Deverão ser devolvidos à natureza dentro de três meses, altura em que serão capazes de se alimentarem sozinhos.

           

Cadela heroína da guerra do Afeganistão eutanasiada por engano

18/11

2010

às 20:34

  Foto: Puppy Rescue Mission

Um funcionário de um canil americano no Kansas foi suspenso depois de ter eutanasiado, por engano, na segunda-feira, uma cadela, considerada uma verdadeira heroína da guerra do Afeganistão, revela hoje a AFP. “Não consigo acreditar que a tenha simplesmente matado”, lamenta o sargento Terry Young, dono de Target, que, no Afeganistão, conseguiu salvar-se a ela e a dezenas soldados de um suicida-bombista.



Target, que ficou célebre depois de ter aparecido no programa de Oprah Winfrey, tinha fugido de casa na quinta-feira, 11 de Novembro. No dia seguinte, a cadela foi capturada por funcionários do Pinal County Animal Care and Control. Terry Young conseguiu localizá-la, sexta-feira à noite, através do site do canil, que fecha a partir das tarde de sábado (ele não se apercebeu dos horários de fim-de-semana). Quando, na segunda-feira, foi ao canil para resgatar Target, disseram-lhe que esta tinha sido morta por engano.



Os responsáveis pelo canil já admitiram publicamente o erro e anunciaram a tomada de medidas para que situações destas não se repitam. “O funcionário simplesmente eutanasiou a cadela, sem sequer colocar a hipótese de ela andar perdida. Não cumpriu os procedimentos estipulados”, assumem, em comunicado, acrescentando que o funcionário foi suspenso e que foi aberto um inquérito.



Target e dois outros cães, igualmente adoptados pelo sargento Terry Young, tornaram-se as mascotes da 48ª Brigada de Infantaria americana no Afeganistão, depois de terem salvo dezenas de militares. De acordo com o site “The Oprah Winfrey Show”, os cães detectaram um kamikaze no interior numa tenda onde se encontravam 50 militares e conseguiram com que este se fizesse explodir no exterior da mesma.

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Sandra, a guardiã dos mineiros chilenos

17/10

2010

às 16:46

 

Durante mais de dois meses, o Mundo esteve concentrado no drama dos 33 mineiros soterrados na mina de São José, em Atacama, norte do Chile, que na quarta-feira foram resgatados sãos e salvo. Uma longa espera acompanhada bem de perto por Sandra, uma cadela que chegou ao acampamento há cerca de dois anos e, desde então, tem sido uma fiel companheira e guardiã.


De acordo com o relato de alguns mineiros ao jornal Diário de Atacama, no início, Sandra era agressiva e não deixava ninguém aproximar-se, mas, aos poucos, foi ganhando confiança e agora não arreda pé junto dos trabalhadores. A cadela apareceu vinda, num camião, há cerca de dois anos, com outros cães, “faminta e muito pequenina”, dizem.


Javier Abarca contou que “o operador de cargas começou a tirar o material do camião, quando ouviu barulho. Os trabalhadores da mina ficaram surpreendidos quando a viram, debilitada e assustada e logo começaram a tratar dela. Nesse momento, decidiram chamar-lhe Sandra. Após um lento processo de recuperação, física e psicológica, a cadela tornou-se na mascote e na guardiã dos mineiros de São José. Não tem qualquer problema de saúde, come e dorme bem, embora os mineiros estejam sempre preocupados com o que lhe possa acontecer.


Mas Sandra não é o único animal que vive no acampamento, embora seja aquele que mais interage com os trabalhadores. Ángel Pinto, conta ao Diário de Atacama, que existem mais três cadelas, uma das quais cega, mas que estão bastante desnutridas. “Estamos preocupados com o futuro delas. Gostaríamos de lhes arranjar um lar, mas ainda não conseguimos”, lamenta.

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Betsy, a cadela mais inteligente do mundo

16/10

2010

às 20:43

Nos arredores de Viena (Áustria) vive aquela que é considerada a cadela mais inteligente do mundo. Betsy, uma Border Collie de sete anos, consegue reconhecer mais de 340 objectos pelo nome, o mesmo que uma criança de dois anos. Habitualmente, os cães só conseguem responder a 15 palavras. Vienne Schäfer, a dona, contou à BBC Brasil que a cadela começou a manifestar esta capacidade por volta dos quatro meses, momento a partir do qual começaram a treiná-la. Betsy consegue reconhecer objectos que viu em imagem e consegue reconhecer 15 pessoas, apenas de pois de as ter visto em fotografia.

 

Juliane Kaminski, a psicóloga cognitiva que realizou os testes a Betsy, defende que esta sua capacidade pode resultar do facto de os cães da raça Bordier Collie serem utilizados como cães de trabalho, dos seus elevados indíces de motivação e do facto de terem que prestar muita atenção aos comandos dos donos quando estão a guardar um rebanho.

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Cadela sobrevive a seis mordidas de cascavél

27/08

2010

às 20:45

 

Adrian, uma cadela terrier, sobreviveu milagrosamente a seis mordidas de uma cobra cascavél, de acordo com a estação de televisão WTSP. Stu e Christina Saylor costumam levar Adrian a passear a um parque junto de casa, em Saint Petersburgo, no estado americano da Flórida, deixando-a correr livremente. Stu disse à WTSP que a cadela gosta “de perseguir esquilos e coelhos”, mas a última caminhada não correu nada bem. Depois de se aventurar pelo meio de uns arbustos, Adrian regressou para junto dos donos cabisbaixa e com uma das pernas traseiras a sangrar abundantemente.



Stu e Christina transportaram-na de imediato a uma clínica veterinária, onde a médica Tamara Berlim descobriu não uma mas seis picadas de cobra. Apesar do casal não ter visto o réptil, a médica acredita ter-se tratado de uma cobra cascavél, dado o tipo de ferimentos causados. Os sintomas de uma picada de cobra aparecem cerca de 30 minutos depois e incluem inchaço e sangramento abundante.



Uma vez que as hipóteses de sobrevivência nestes casos é bastante reduzida, Stu e Christina ainda ponderaram eutanaziar Adrian, para lhe evitar o sofrimento, mas depois de um tratamento com recurso a grandes doses de anti-veneno e a transfusões de sangue de um pastor alemão, a cadela começou a reagir bem. A médica veterinária afirma que o facto de o casal ter levado de imediato Adrian à clínica lhe poderá ter salvo a vida.

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Cadela militar dos EUA regressa a casa traumatizada

04/08

2010

às 20:08

 

Gina, uma cadela farejadora altamente treinada, tinha 2 anos quando foi enviada para o Iraque para ajudar os militares americanos durante a guerra. O pastor alemão ajudou os soldados nas buscas realizadas em residências e assistiu a todos os tipos de explosões ruidosas. Voltou para casa, no Colorado, encolhida e com medo. Quando os seus treinadores tentaram levá-la a um prédio, Gina endureceu as patas e resistiu. Uma vez lá dentro, dobrou a cauda debaixo do corpo e encolheu-se no chão. Além disso, esconde-se debaixo dos móveis ou em qualquer canto para evitar o contacto com as pessoas, escreve o jornal brasileiro Globo.

 

Consultada por um veterinário militar, este diagnosticou-lhe stress pós-traumático, um transtorno muito comum entre os seres humanos sujeitos a vivências traumáticas e que os peritos dizem que também pode atingir os cães. "Gina tem todos os sintomas e sinais desse transtorno", disse o sargento Eric Haynes, comandante do canil na Base Peterson da Força Aérea. "Ela tinha pavor de todos." Um ano depois de voltar do Iraque, Gina está em processo de recuperação, que inclui caminhadas frequentes entre pessoas amigáveis e a reintrodução gradual para os ruídos da vida militar, e já começou a superar os seus medos.

 

O transtorno de stress pós-traumático é bem documentado entre militares americanos que regressam das guerras no Iraque e no Afeganistão, mas a sua existência nos animais é menos clara. Alguns veterinários dizem que os animais experimentam o trauma ou uma versão dele. Mas alguns veterinários não gostam de aplicar este diagnóstico aos animais, por pensarem que isso ofenderia os militares.

 

Os militares definem transtorno de stress pós-traumático como uma condição que se desenvolve após um trauma com risco de morte. As vítimas sofrem três tipos de experiências muito tempo depois, mesmo em um ambiente seguro, revivendo o trauma em pesadelos ou em memórias vívidas. Estes doentes evitam situações ou sentimentos que lhes lembre a situação traumática e sentem-se nervosos todo o tempo.

 

Quando Gina voltou ao Colorado, no ano passado, após sua passagem de seis meses no Iraque, ela não era mais o "grande filhote" que a base conhecia, lembra Haynes. Esta cadela pastora alemã foi atribuída a uma unidade do Exército, para fazer procurar explosivos nas casas em que os militares entravam. Muitas vezes, as tropas usavam métodos barulhentos, como granadas ou pontapés para derrubar as portas, disse Haynes. Além do mais, Gina estava num comboio militar atingido por uma bomba improvisada.

 

Ao voltar para casa, Gina não queria qualquer tipo de contacto com as pessoas. "Ela tinha-se afastado da sociedade como um todo", explicou Haynes, que em 12 anos como treinador já trabalhou com mais de 100 cães. Já conheceu outros cães traumatizados, mas nenhum tão afectado como Gina.

 

Segundo o treinador, a equipa esforça-se para que o afecto que sente por Gina não interfira com a sua formação.Tratá-la como um ser humano - por exemplo, confortando-a quando está com medo - pode fazer com que sinta que o treinador fica feliz quando ela está com medo. Num futuro próximo, Gina pode estar capaz de voltar a actuar em situações de perigo real, como o fez no Iraque, mas nunca antes de um ano, sublinha Haynes. "Não queremos estragar tudo o que já fizemos até aqui", acrescentou.

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