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Elefante coreano aprende a imitar fala humana

02/11

2012

às 18:59

 

Foto: AFP/Kim Jae-Hwan

Um elefante de um jardim zoológico da Coreia do Sul aprendeu a imitar a fala humana e a pronunciar algumas palavras, divulgou hoje um grupo de cientistas.



Koshik, um elefante asiático com 22 anos, recebe os visitantes do jardim zoológico Everland em Yongin, a sul de Seul, com palavras em coreano que significam "bom" ou "deita-te".



O elefante consegue igualmente imitar sons que são parecidos com as palavras "olá", "não" ou "senta-te", segundo a equipa de cientistas sul-coreanos e europeus que estão a estudar as vocalizações do mamífero.



Os elefantes não podem utilizar os lábios para emitir sons como os seres humanos, porque têm uma tromba em vez de lábios e um trato vocal de dimensões superiores. Mas o elefante Koshik consegue formar as palavras ao enrolar a trompa e ao introduzi-la na boca.



Os investigadores afirmaram que não conseguem determinar, até ao momento, como o elefante adquiriu esta habilidade, mas disseram acreditar que Koshik terá desenvolvido esta capacidade com o tratador que o acompanha há cerca de 19 anos, Kim Jong-gap.



"Os únicos laços sociais de Koshik são com o tratador e pensamos que ele aprendeu e reproduziu as palavras para reforçar a ligação de confiança com Kim", explicou Oh Suk-hun, veterinário do jardim zoológico Everland que estudou o comportamento do mamífero com cientistas da universidade de Viena (Áustria) e de Jean (Alemanha).



Koshik nasceu em 1990 num jardim zoológico perto de Seul. O elefante chegou ao jardim zoológico Everland com três anos.



"Koshik é como se fosse o meu bebé, porque cuido dele desde que chegou", afirmou Kim Jong-gap, em declarações à agência noticiosa francesa AFP.



"Dormi ao pé dele durante um mês dentro de um saco-cama, quando comecei a cuidar dele, é por isso que somos muitos próximos, ao ponto de ele ter começado a imitar a minha voz", acrescentou o tratador.

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Funcionários de zoo inglês detidos por agredirem elefante

25/10

2012

às 15:24

Três funcionários do Jardim Zoológico de Twycross, em Leichester, Inglaterra, foram detidos para interrogatório pela polícia por alegadamente terem provocado sofrimento desnecessário a um elefante.



De acordo com o porta-voz da polícia, citado pelo jornal britânico Telegraph, as agressões ocorreram no mês passado e os três suspeitos foram já libertados sob fiança, estando a aguardar o desenvolvimento da investigação.



Em março do ano passado, um elefante fêmea de 59 anos, chamada Anne, que vivia num circo foi agredida pelos donos. Bobby e Moyra Roberts estão acusados de três crimes de ofensa e vão começar a ser julgados no próximo mês, segundo o mesmo jornal.



O casal nega as acusações, incluindo a que de que manteriam Anne sempre acorrentada ao chão. O paquiderme, que sofre de artrite, está agora aos cuidados dos responsáveis de um safari parque, onde vive livremente.

Elefante adora tocar harmónica

08/05

2012

às 11:16

Shanthi, um elefante fêmea asiático de 36 anos, com uma forte “inclinação musical”, adora tocar harmónica, segundo o jornal Orange.

 

Shanthi vive no Smithsonian’s National Zoo, em Washington, EUA, toca o instrumento com a tromba e parece divertir-se imenso.

 

Os responsáveis do zoo colocaram-lhe uma harmónica no cercado e ela diverte-se a tocar as suas próprias músicas, mesmo quando estão pessoas por perto.

 

 A tratadora, Debbie Flinkman, conta que toda a gente se diverte, especialmente Shanthi.

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Descoberto sexto dedo nas patas dos elefantes

02/01

2012

às 18:30

  

Foto: Jardim Zoológico de Lisboa/Arquivo/JN

Uma equipa de investigadores descobriu uma protuberância existentes nas patas dos elefantes mais nãoé do que um sexto dedo que ajuda a suportar o peso do maior animal terrestre do planeta.



De acordo com o jornal espanhol ABC, citando um estudo publicado na revista Science, este “pré-dedo” desenvolveu-se há cerca de 40 milhões de anos, quando os elefantes aumentaram de tamanho e começaram a habitar a Terra (os seus antepassados viviam como os hipópotamos, debaixo de água).



O professor do Real Colégio de Veterinários do Reino Unido, John Hutchinson, garantiu à BBC que este é “um mistério que remonta a 1706, quando o primeiro elefante foi seccionado por um cirurgião escocês”.



Agora, os cientistas concluiram que se trata de uma estrutura óssea pouco usual, mas semelhante à que existe nas patas dianteiras dos ursos pandas e que os ajudam cortar as canas de bambu. É, por isso, conhecida por “polegar do panda” ou “pré-dedo”.



As toupeiras também têm um “pré-dedo” que as ajuda a escavar as tocas.

Mais de uma centena de elefantes mortos na Reserva do Niassa

02/11

2011

às 14:36

 

Pelo menos 124 elefantes foram abatidos nos últimos dois anos na Reserva do Niassa, norte de Moçambique, por caçadores furtivos, a maioria dos quais supostamente provenientes da Tanzânia.



A denúncia foi feita por populares do posto administrativo de Matondovela, distrito de Mecula, durante um comício recente orientado pelo Governador da província de Niassa, David Malizane, que teve lugar naquela região.



Segundo os residentes, só este, ano os caçadores furtivos terão abatido 52 elefantes, enquanto no último ano mataram 72.



Com este número, sobe para 124 o total de elefantes abatidos por caçadores furtivos naquela reserva em menos de dois anos, estimam os residentes de Mecula, citados hoje pelo jornal Diário de Moçambique.



Os populares daquela região confirmaram ao governador de Niassa que inúmeras vezes encontraram carcaças de animais na selva.



Geralmente, os caçadores abatem os animais, retiram as pontas de marfim e depois deixam o resto do corpo na floresta, explicaram os residentes do posto administrativo de Matondovela.



A propósito, o governador de Niassa apelou à população local para participar activamente na conservação dos recursos naturais, denunciando aqueles que delapidam os recursos naturais.



"Uns roubam a madeira, outros retiram pedras semipreciosas. Não devemos permitir que estes traficantes continuem a delapidar as nossas riquezas", disse o governante.



No entanto, David Malizane defendeu a necessidade de se abaterem os animais que criam pânico no seio das comunidades.

Elefante mata menina de 11 anos no Vietname

17/10

2011

às 21:30

 

Uma menina de 11 anos foi morta por um elefante de um circo, no Vietname, quando tentava alimentá-lo, informa o Calgary Herald. O animal atirou-a ao chão e espezinhou-a até à morte, de acordo com a polícia local.



Nguyen Anh Tao estava a oferecer uma cana de açucar ao elefante, que pertence a um circo instalado na cidade de Lao Cai, junto à fronteira com a China, quando tudo aconteceu, contou o porta-voz da polícia. Phan Van Quang.



Nguyen Xuan Quang, porta-voz da Federação Vietnamita de Circos, explicou que o pai da criança a levou até junto do paquiderme para ela alimentá-lo, que tinha as patas acorrentadas e se encontrava num espaço vedado. O ataque aconteceu numa altura em que o pai falava aos telemóvel.



De acordo com um artista veterano do circo, o animal, que é bastante pacífico, deve ter sido provocado pela menina. “Adiámos o nosso último espectáculo na cidade por causa do acidente de ontem”, referiu o mesmo responsável.

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Doze elefantes abatidos numa semana por caçadores furtivos em Moçambique

17/09

2011

às 18:15

Pelo menos 12 elefantes foram abatidos por caçadores furtivos numa semana no Parque Nacional das Quirimbas (PNQ), província de Cabo Delgado, norte de Moçambique, revelou um comunicado do PNQ divulgado este sábado.

 

O comunicado assinalou a presença nos distritos de Ancuabe e Meluco de quatro homens, envergando uniformes militares e munidos de metralhadoras do tipo AK-47, que se dedicam ao abate de elefantes.

 

Segundo refere o Notícias, de Maputo, os indivíduos ameaçam matar qualquer cidadão que se recuse a colaborar com eles nas suas incursões, sobretudo no carregamento dos troféus.

 

Os responsáveis pelo PNQ mostram-se preocupados com a elevada prevalência abate ilegal de elefantes, e com os sofisticados recursos usados pelos caçadores furtivos, apesar de nos últimos meses terem sido efectuadas várias detenções.

 

No entanto, assinala o comunicado, "nenhum dos casos remetidos à Procuradoria e Tribunal na Cidade de Pemba relativos ao porte ilegal de armas e abate indiscriminado de elefantes na área do PNQ teve até aqui um desfecho satisfatório'.

 

O documento avança que depois de extraído por vias fraudulentas, o marfim é transportado num helicóptero cuja proveniência e chapa de matrícula não foi possível apurar, para um destino igualmente desconhecido.

 

As autoridades já identificaram indivíduos que se presume sejam colaboradores da quadrilha, tendo já sido destacada, para o local do abate, uma equipa de fiscais e agentes da Polícia da República de Moçambique para averiguar as circunstâncias em que se deu o abate dos animais e o transporte dos troféus.

 

O Parque Nacional das Quirimbas é uma área protegida que ocupa uma extensão territorial aproximada de 7500 quilómetros quadrados.

 

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Estrela de "Água para elefantes" terá sido agredida pelos treinadores

11/05

2011

às 11:14

 

A co-estrela do novo filme de Reese Whiterspoon - “Água para elefantes” - terá sofrido abusos por parte dos seus treinadores, de acordo com um grupo de defesa dos direitos dos animais que vai promover um boicote ao filme. Segundo a agência Reuters, a Animal Defenders Internacional divulgou um video gravado às escondidas em 2005, no qual se vê um elefante (que eles garantem ser o mesmo do filme) a ser agredido com ganchos e atingido com armas de choque.



O video contém uma sequência de cenas curtas com música fúnebre de fundo. Numa das cenas, o paquiderme emite um grunhido alto enquanto levanta a cabeça e o treinador dispara um choque eléctico. Curiosamente, “Água para elefantes” fala da crueldade contra animais num circo durante a Grande Depressão. Tanto os produtores como os actores esforçaram-se por passar a mensagem de que os animais foram muito bem tratados durante as filmagens, não estando de parte a hipótese de desconhecerem as agressões de que os elefantes foram maltratados durante os treinos.



A Animal Defenders International adianta que as imagens foram gravadas num rancho na Califórnia (EUA), no âmbito de uma investigação mais vasta acerca violência sobre os animais. Este rancho é propriedade de uma empresa que aluga elefantes para filmes e videos. A Trunk Will Traver, defendeu-se num e-mail onde designa a Animal Defenders Internacional de “grupo extremista”, com um “historial de recurso a meios ilícitos para conseguir os seus objectivos”.



Gary Johnson, proprietário da empresa, disse à Reuters TV, no mês passado, que Tai, o elefante de 42 anos, estrela do filme, foi “muito bem tratado”. A distribuidora do filme, a 20th Century Fox, disse, em comunicado, estar “perturbada e entristecida” com o conteúdo do video, assegurando que tomou todas as medidas para que os animais fossem bem tratados durante as filmagens.

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Inglaterra vai proibir animais selvagens em circos

16/04

2011

às 11:00

 

Foto: Daily Mail

O governo inglês está a ultimar legislação que proíbe a utilização de animais selvagens nos circos. Segundo o Express, a secretária de Estado do Ambiente, Caroline Spelman, está agora convencida de que obrigar elegantes, tigres, leões, camelos e outras criaturas exóticas a actuar perante audiências colide com a imagem de um país moderno. A mesma governante ambém já admitiu que obrigar esses animais a viajar milhares de quilómetros todos os anos em pequenos atrelados não é saudável para o seu bem-estar.



Enquanto que, no mês passado, o ministro do Bem-Estar Animal, Jim Paice, disse aos deputados que “estava prestes a ser concluída” uma nova legislação, a secretária de Estado confirmou agora que está “inclinada” a introduzir essa proibição. Funcionários do Ministério do Ambiente estão a trabalhar nos últimos detalhes para que a nova regulamentação não coliga do a legislação comunitária.



Esta alteração legislativa surge na sequência da divulgação de um video por parte do Mail Online onde se vê um funcionário do Bobby Roberts Super Circus a pontapear e a chicotear uma fêmea de elefante asiático, de 58 anos, que sofre de artrite crónica, devido às posições antinaturais a que era obrigada a estar. Anne foi resgatada e encontra-se agora no Longleat Safari Park, em Wiltshire. De acordo com este jornal, existem cerca de 1000 elefantes em cativeiro nos circos europeus.



A actual lei inglesa apenas obriga os responsáveis pelos circos a seguir algumas recomendações sob como tratar os animais. Aprovada em 1976, o objectivo era acabar com o comércio ilegais de animais, como leões, tigres e elefantes, para colecções privadas ou organizações comerciais, mas os circos itinerantes ficaram excluídos.

Patrão da GoDaddy.com debaixo de fogo por matar elefantes no Zimbabué

01/04

2011

às 17:46

 

O fundador do site GoDaddy.com, Bob Parsons, está debaixo de fogo depois de ter divulgado na sua conta do Twitter um video onde se ele aparece a matar um elefante a tiro no Zimbabué. Nas imagens, gravadas a 8 de Março, numa fazenda daquele país africano, vê-se o criador do serviço de alojamento de sites, sedeado em Scottsdale, no estado americano do Arizona, a caçar um elefante e a posar junto ao ser cadáver empunhando uma espingarda. É possível também ver muitos dos habitantes locais em torno do animal e a cortar pedaços da sua carne, segundo a CNN.



Quando o video se tornou público, a associação PETA (People for Ethical Treatment for Animals) lançou uma campanha de boicote aos serviços do GoDaddy.com enquanto Parsons “não parar de matar animais”, segundo um comunidado colocado no website da organização. O site pessoal de Parsons também tem sido inundado de comentários críticos à sua conduta.



“Muitas das pessoas que estão chateadas com tudo isto são defensoras dos animais”, disse Bob Parsons à CNN. “O coração delas está no lugar certo, mas elas não são capazes de entender a situação”. O empresário explicou que matou o elefante porque as culturas dos habitantes locais estão constantemente a ser destruídas pelos paquidermes. “Eles têm uma agricultura de subsistência. Se as culturas forem destruídas não têm o que comer”, explicou, sublinhando que a carne do elefante foi “um bónus” na alimentação daquelas pessoas. Ainda de acordo com o empresário, há vários anos que viaja até ao Zimbabué, mas só no ano passado começou a caçar elefantes, a pedido dos locais. Ao todo, matou cinco elefantes.



A associação PETA rejeita os argumentos apresentados por Bob Parsons. A presidente da organização, Ingrid Newkirk, disse, à CNN: “Se Parsons quisesse mesmo ajudar aquelas pessoas, utilizaria o seu dinheiro para promover a utilização de métodos eficazes não letais e não comportar-se como uma criança com uma arma na mão”. A PETA está a apelar ao boicote aos serviços da GoDaddy.com, mas a porta-voz da empresa, Elizabeth Driscoll, garante que “não se verificaram alterações significativas nos negócios”.


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Governo grego propõe penas mais duras para quem maltrate animais

31/03

2011

às 19:18

 

O Governo grego apresentou uma proposta legislativa que visa agravar as penas de quem maltrate animais e a proibição do uso de animais nos circos, segundo anunciou hoje um ministro citado pela AFP. A proposta, que será debatida no Parlamento no dia 15 de Abril, prevê uma multa máxima de 30 mil euros e uma pena de prisão não comutável para quem abuse ou trate brutalmente animais e determina a identificação electrónica de todos os animais.



“O comportamento de cada sociedade relativamente aos animais é uma questão de cultura”, disse a ministra da Agricultura, Milena Apostolaki. “Cada Estado moderno é obrigado a construir um quadro jurídico que garanta uma política animal eficiente”, sublinhou à Rádio Flash.



Na Grécia, são frequentes os casos de abuso e maltrato de animais vadios, muitos dos quais terminam com a morte destes. As principais vítimas são os cães que, nas zonas rurais, são muitas vezes envenenados, enforcados ou mutilados. Além de condenar estas situações, os grupos de defesa dos direitos dos animais chamaram também a atenção do governo para a questão dos animais de circo.



Em 2009, circulou um video amador onde se via um funcionário do Circo Massimo a espancar e a golpear um elefante com um bastão afiado antes de uma apresentação na cidade de Florina.

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Elefantes sabem como cooperar

08/03

2011

às 10:55

 

Uma nova experiência científica revelou que os elefantes sabem quando precisam da ajuda de um companheiro. Segundo a BBC, os investigadores puseram dois parquidermes em frente a uma plataforma à qual só podiam aceder se os dois puxassem por duas cordas. A aparente capacidade de compreensão de que precisam de co-operar prova que os elefantes pertencem ao “grupo de elite” dos animais inteligentes, defendem os cientistas, cujo estudo foi publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences.



O coordenador do estudo, Joshua Plotni, da Universidade de Cambridge, em Inglaterra, disse ser muito importante conseguir-se avaliar o comportamento dos elefantes com todo este detalhe. “É tão difícil trabalhar com elefantes por causa do seu tamanho”, sublinhou. “Vemo-los fazer coisas espantosas em estado selvagem, mas com esta experiência podemos, de facto, confirmar que eles estavam a co-operar um com o outro”, enfatizou.



Os elefantes asiáticos (Elephas maximus) utilizados neste teste científico já tinham sido ensinados que ao puxarem pela ponta da corda, a plataforma chegava até eles e que esta continha comida. A corda foi colocada em volta da plataforma, o que significava que, se puxassem apenas por uma ponta, a plataforma não de deslocaria. Mas se cada um dos elefantes puxasse a sua ponta, a plataforma chegaria até eles com as iguarias.



“Quando libertámos primeiro um elefante, ele esperou pelo parceiro antes de começar a puxar a corda”, contou Joshua Plotni. “Eles aprenderam esta regra mais de pressa do que os chimpazés colocados perante o mesmo problema”. O elefante mais novo depressa aprendeu que não tinha que fazer nada para obter a comida. Bastava-lhe colocar a pata em cima da corda e esperar que o companheiro puxasse a outra ponta.



Muitos cientistas, fotógrafos e realizadores de filmes já surpreenderam elefantes no seu habitat natural a ajudarem companheiros que se tinham enterrado na lama. Também há registos de elefantes a chorarem os seus mortos.

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Exército apadrinhou dois animais do Zoo de Lisboa

15/02

2011

às 20:07

  Fotos: CEMA

O Grupo de Carros de Combate da Brigada Mecanizada do Exército, sedeado em Santa Margarida, apadrinhou hoje dois animais do Jardim Zoológio de Lisboa: um elefante e um leopardo. O primeiro por ser o símbolo desta unidade; o segundo, associado aos modernos Carros de Combate Leopard 2 A6. Segundo o porta-voz do Estado Maior do Exército, tenente-coronel Hélder Perdigão, os custos com o apadrinhamento dos dois animais (150 euros anuais por cada um) é suportado pelos militares e civis do Grupo de Carros de Combate daquela unidade. O leopardo, que ainda não tinha nome, foi baptizado "Carrista" pelos novos padrinhos.

Elefantes de circo retidos há quatro meses em Marrocos

30/01

2011

às 14:53

   Fotos: AFP

Presos em Marrocos, quatro elefantes e o seu tratador esperam com inquietude e uma impaciência crescente o fim do braço de ferro que mantém com a União Europeia, que lhes impede a entrada em França. Segundo a France Press, os animais e respectivos tratadores vivem há quatro meses num acampamento improvisado em Casablanca. Os quatro elefantes – Belinda, Dana, Sabina e Pira – têm cerca de 40 anos e pesam mais de 3,5 toneladas casa um.



Embora obedeçam aos comandos ditados pelo mestre, o artista de circo Josef (Joy) Gartner, “eles sabem que as coisas não estão normais”. “A rotina deles está diferente e eles sentem-se abandonados”, queixa-se Gartner. Pertencente a uma família de tratadores de animais, Gartner quer voltar para França, onde tem esperança de assinar um contrato com o Circo Pinder, mas há meses que sente que está a conversar com uma parede. “Estou praticamente sozinho contra a União Europeia”, disse, à AFP.



Joy Gartner saiu de Montauban, no sul de França, com os seus elefantes em 2005 para trabalhar em vários países, incluindo Tunísia e Marrocos. Agora, pretende regressar, mas a União Europeia não os autoriza. Um porta-voz da Comissão Europeia apresentou uma proposta, na semana passada, em Bruxelas. Lembrando que as regras de entrada de animais no espaço europeu são muito rigorosas, especialmente quando vêm de países afectados pela febra aftosa, como é o caso de Marrocos, esse responsável aconselhou Gartner a viajar até à Croácia, país que tem acordo com a UE, onde os animais poderiam ficar em quarentena antes de entrar no espaço da União.



Gartner espera que essa seja uma solução, embora com alguma relutância. Diz que ninguém da Comissão Europeia colocou a questão à Croácia e lembra que, segundo a Organização Mundial de Saúde Animal, nenhum caso de febre aftosa foi referenciado em Marrocos desde 1999. “Por que é que tive autorização de sair da Europa e agora não tenho para regressar?”, questiona.Os custos de manutenção dos animais são consideráveis. Cada elefante come, diariamente, cerca de 200 quilos de feno.



Por seu turno, Gilbert Edelstein, director do Circo Pinder, está furioso. “Esta é uma situação inademissível”, disse, a partir dos seus escritórios em Paris. Ele pretende exigir que os deputados franceses “tomem medidas” para que os elefantes retidos em Marrocos regressem a França. Embora neste país não haja posto de inspecção fronteiriço, Gilbert Edelstein considera que “é suficiente colocar um provisoriamente”. “Estes animais não são selvagens. Podem estar de quarentena em Marselha e depois integrar o Circo Pinder”, afirma.

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Elefante mais velha dos EUA morreu aos 71 anos

19/01

2011

às 15:45

  Foto: Six Flags Discovery Kingdom

A elefante mais velha dos Estados Unidos morreu na segunda-feira aos 71 anos num parque temático na Califórnia, segundo a imprensa americana. Taj, assim se chamava esta elefante asiática, ultrapassou em muito a idade média de vida desta espécie, que é de 45 anos, explicou, à agência Reuters, Nacy Chan, porta-voz do Six Flags Discovery Kingdom, onde viveu os últimos 33 anos. “Milhares de pessoas conheceram Taj e entre as várias pessoas que trabalharam com ela, todas diziam que era a sua preferida”, acrescentou.Taj morreu na segunda-feira, depois de os tratadores a encontrarem com dificuldades de respiração. Conseguiram deitá-la no chão e administrar-lhe medicação, mas não conseguiram salvá-la.



Taj era conhecida pelas suas performances, mais recentemente, pelas suas pinturas em tela utilizando pincéis. Recentemente, Taj vivia com outras duas elefantes asiáticas - Liz, de 43 anos, e Bertie Mae, de 33 – e dois elefantes africanos – Tava, de 33 anos, e Valerie, de 29 -, segundo o Times-Herald Online. Nick Way, um dos tratadores, disse que Taj “era uma espécie de alma única que todos nós esperamos ter a sorte de encontrar pelo menos uma vez na vida”.



Pouco se sabe da vida de Taj, antes de ela ir para o Six Flags Discovery Kingdom. Um porta-voz da Associação de Zoos e Aquários disse que a elefante nasceu em 1940. Entre 1970 e 1976, era uma das estrelas principais do Circo Vargas, tendo viajado por todo o país na companhia do renomado domador Rex Williams. Em 1976, Taj foi oferecida a um grupo de Hari Krishnas, que a utilizou, durante um breve período de tempo, como símbolo em cerimónias religiosas. Incapazes de a manterem, enviaram-na para o Moorpark College, na Carolina do Sul, onde participou num programa de treino animal.



Em 1978, foi transferida para o Marine World (o anterior nome do Six Flags Discovery Kingdom), onde entretinha os visitantes. Taj foi sempre a preferida dos treinadores. Era muito afectuosa e gostava de estar rodeada de pessoas. No ano passado, no seu 70º aniversário, o pessoal do parque organizou-lhe uma festa, tendo-lhe oferecido um bolo decorado com as suas frutas preferidas.

 

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