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Embaixador americano em Cabul não sabe o que fazer com os gatos

10/08

2011

às 21:32

O diplomata veterano Ryan C. Crocker consegue lidar com insurreições islâmicas, golpes de estado e gerir as maiores embaixadas do mundo, mas não sabe o que fazer com um grupo de gatos.



O novo embaixador dos Estados Unidos em Cabul, no Afeganistão, provavelmente já se cruzou com Gordo, Freckles, Dusty, Ferdinand e Maria Teresa ou algum dos outros 25 a 30 gatos que vivem no campus do edifício diplomático, conta The Washington Post.



Algures no passado, alguns funcionários da embaixada foram mordidos e/ou arranhados por alguns dos felinos que vagueiam pela embaixada. Uma vez que a segurança é ponto fulcral no serviço diplomático, foram publicados avisos sobre o assunto e administradas vacinas anti-rábicas. “Não sou anti-gato”, garante o diplomata senior. “Sou pró-saúde pública”.



O aviso, afixado na parede, anunciava os últimos dias dos gatos. “Iam ser exterminados”, conta um funcionário da embaixada ao mesmo jornal. Uma decisão tomada por um comité que integrava amantes de gatos.



Em Abril, um dos diplomatas da embaixada, James Keith, convocou uma reunião para discutir a ordem de extermínio dos felinos. Os defensores dos gatos votaram contra, mas James Keith manteve-se inflexível. Foi decidido que os funcionários da embaixada tinham 60 dias para adoptar e transportar para fora da delegação diplomática os gatos que quisessem. Os restantes, provavelmente seriam mortos.

         


A decisão não acalmou o espírito dos defensores dos animais. No dia 26 de Maio, um dos funcionários enviou um e-mail a explicar que a solução encontrada não iria beneficiar a saúde pública. Muitos dos gatos, domésticos e imunizados, “são altamente territoriais”, explicava, e, por isso, impedem a entrada de gatos vadios, bem como de vermes, cobras venenosas e ratos, que “certamente comportam um maior risco para a saúde da comunidade da embaixada”.



Os 60 dias passaram. No bar da embaixada, alguém afixou um novo aviso, com a imagem de dois gatos insurgentes armados com Ak-47 e com a seguinte frase: “Vamos partir os ossos aos nossos camaradas da embaixada”.



Algumas testemunhas afirmam que ultimamente têm visto poucos gatos por ali, mas os funcionários da embaixada garantem que nenhum animal foi morto. Alguns vivem em segurança em apartamentos. Está a ser organizado uma espécie de álbum fotográfico dos felinos que ainda permanecem, na tentativa de lhes encontrar nova casa. Alguns vão para um refúgio de animais em Berkeley, na Califórnia.



Mas ninguém sabe como tudo vai acabar, sublinha The Washington Post.

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População de aves dos subúrbios de Washington está a diminuir por culpa dos gatos

11/03

2011

às 10:39

 

As aves que vivem nos subúrbios das grandes cidades têm vivido tempos muito difíceis. A causa? Os gatos e os ratos que não páram de as caçar. Segundo um estudo publicado no Jornal de Ornitologia, citado pela Discovery News, algumas populações de aves têm sofrido uma diminuição de cerca de 80%, devido a estes dois predadores. Os investigadores do Smithsonian Conservation Biology Institute, em Washington, Estados Unidos, focaram a sua atenção nos pássaros-gato cinzentos (Dumetella carolinensis) que vivem nos subúrbios da cidade.



Os cientistas equiparam aves jovens com rádio-transmissores e verificaram que estas eram presas fáceis dos felinos e de outros predadores, como os corvos, ao ponto da maioria não chegar à idade adulta. Pela análise dos cadáveres, concluiram que a maioria das mortes foi provocada por gatos. Esta realidade coloca sérios problemas à nidificação destas aves, segundo explicou Peter Marra, do Smithsonian Conservation Biology Institute, em comunicado. “Aparentemente, estas áreas tinham boas condições para a construção dos ninhos, mas a presença dos gatos, um fenómeno relaticamente novo, faz com que as aves não escolham estes locais”, escreveu.



A pergunta que se coloca é: de onde vêm tantos gatos? Muitos são deixados pelos donos a passear pelas ruas. Outros, são gatos silvestres à procura de uma refeição rápida. “Os gatos são predadores naturais, não só das aves, mas também de mamíferos. Matar está no seu instinto, não é culpa deles”, sublinhou o mesmo investigador. “Retirar os gatos domésticos e selvagens dessas zonas é uma solução simples para um problema que tem grande impacto na nossa fauna”.

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Jovem filma-se a sufocar gatos bebés com aspirador

24/12

2010

às 13:30

  Foto: Mail Online

Um adolescente que se filmou a matar dois gatinhos, colocando-os dentro de um saco plástico e introduzindo o cano do aspirador para retirar o ar, está a ser procurado pelos internautas por todo o mundo, de acordo com o Mail Online. No video colocado online, o jovem é visto a afagar os gatos antes de os colocar no saco de plástico e introduzir o cano do aspirador. Como som de fumo, ouve-se a canção “War is Over”, de John Lennon. O aspirador é então ligado e começa a retirar o ar, com os gatos desesperadamente a tentarem sair.



Uma vez mortos, o rapaz retira os gatos do saco segurando-os pela cauda e coloca-os na sua cama. Segundo a CCN iReports, existe um segundo video, no qual o jovem a brincar com os cadáveres e depois a colocá-los no frigorífico. O video foi colocado no Youtube, mas retirado pouco depois, sem que tenha sido possível fazer qualquer cópia. Tudo indica que o filme foi gravado pelo jovem, que aparece a fumar um cigarro.



Em reacção ao video, foi criado no Facebook o grupo “Find the Kitten Vacumer”, que tem já mais de mil apoiantes. Alguns membros mostram-se receosos, pois acreditam que quem consegue matar dois gatos bebés é também capaz de matar pessoas. Há quem considere que o adolescente é originário da Letónia ou outro país da Europa de Leste.

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Gatos que nascem surdos vêem melhor

11/10

2010

às 18:00

 

Um estudo envolvendo três gatos que nasceram surdos e três normo-auditivos concluiu que o cérebro dos primeiros converte as regiões relacionadas com a audição em zonas permitam uma melhor visão, noticiou ontem a AFP. Num estudo publicado na revista científica “Natureza Neurociência”, Stephen Lomber, da Universidade de Ontário ocidental, no Canadá, e os colegas explicam como o cérebro tem capacidade de se reorganizar. “O cérebro é muito eficiente e não deixa espaços inutilizados”, explicou Lomber, em comunicado. “Ele compensa o sentido perdido, graças a melhorias benéficas”. O mesmo se passa com os seres humanos.



Os testes foram feitos com gatos por serem os únicos animais que podem nascer surdos, tal como os seres humanos. A experiência demonstrou que os gatos que nascem surdos têm uma melhor visão periférica do que os normo-auditivos, o que lhes permite detectar objectos em movimento num campo de visão mais alargado.



Os investigadores concluiram que, se duas regiões do córtex auditivo dos gatos surdos estiverem desactivos (temporariamente inutilizados), estes gatos perdem as suas melhores capacidades visuais. O que não se passa com os gatos normo-autiditivos. A função das zonas cerebrais inicialmente destinadas a localizar os sons são alteradas no caso dos gatos surdos para que estes tenham uma melhor percepção visual dos movimentos que se produzem nos limites dos seu campo visual.

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Campanha de recolha de alimentos para animais em Coimbra

18/09

2010

às 15:00

A associação AGIR pelos Animais promove, no dia 2 de Outubro, uma campanha de recolha de alimentos e outros produtos necessários ao bem-estar dos cerca de 150 cães e gatos abandonados que tem ao seu cuidado. Esta acção vai decorrer todo o dia nos hipermercado Jumbos, do Dolce Vita Coimbra, e Continente, no Coimbra Shopping e visa assinalar o Dia Mundial do Animal, celebrado a 4 de Outubro.

 

Entre os produtos que mais faltam fazem contam-se a ração (especialmente para cães adultos e gatos bebés), açaimes para cão, desparasitantes internos e externos, detergentes desinfectactes/lixívia, mantas, casotas, transportadoras e areia para gatos. A AGIR procura voluntários que queiram ajudar nesta campanha, que podem contactar a associação através do e-mail agirpelosanimais@gmail.com ou pelos seguintes números de telemóvel: 91 054 18 61 ou 96 545 06 26.

Gatos fazem parte do menu de festival gastronómico no Peru

13/09

2010

às 19:03

Associações peruanas e internacionais de defesa dos direitos dos animais lançaram um último apelo aos organizadores do Festival de La Quebrada, durante o qual são cozinhados dezenas da gatos em honra de Santa Efigénia, para que ponham fim a esta tradição, noticiam diversos jornais internacionais. “Como é possível que em pleno século XXI se cometam tais selvajarias com o aval das autoridades”, questionou, à AFP, Mme Martinez, que terá mobilizado associações estrangeiras, nomeadamente da Argentina e dos EUA, para se juntarem a esta campanha.



As festas em honra de Santa Efigénia, uma santa negra, realizam-se entre os dias 19 e 21 de Setembro, em La Quebrada de San Luis, a cerca de 130 quilómetros a sul de Lima, a capital do Peru. Durante o festival cultural e gastronómico, são cozinhados cerca de 50 gatos, em fricassé, cozidos ou grelhados, motivo pelo qual o evento é também conhecido por “Festa do Gato”. “É uma vergonha para os peruanos. O que fazem aos animais faz-nos passar por selvagens”, sublinhou Erika Martinez, representante da ONG Animais Libertos da Crueldade e da Opressão (ALCO).



Um dos organizadores deste festival, Jorge Brignole, qualificou de exagerados os números avançados pelas associações. “Durante o festival são consumidos, no máximo, três gatos, e não são gatos de companhia, mas sim gatos criados para o efeitos”, explicou ao diário La Republica.

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Gatos são a principal atracção turística da cidade taiwandesa de Houtong

02/09

2010

às 21:30

 

Os mais de 100 gatos errantes que vivem em Houtong (Taiwan) podem ser a salvação desta cidade mineira, que entrou em decadência nos anos 70. De acordo com AFP, os turistas têm respondido positivamente ao desafio lançado em diversos blogs locais para que vão até à cidade fotografar a colónia de gatos. Os felinos, que até agora eram considerados um problema por parte dos cerca de 200 habitantes, tornaram-se na principal atracção turística de Houtong. Todos dão bem-vindos com execepção dos... cães, como avisa um letreiro colocado à entrada da cidade.



“Foi mais divertido do que eu estava à espera”, contou Yu Lihsin, um assistente administrativo de 31 anos, que vive em Taipei. “Os gatos foram limpos e não têm medo do contacto com as pessoas. Definitivamente, vou voltar”. Para receber os visitantes, os locais deram banho aos gatos, passaram a alimentá-los melhor e a prestar-lhes maior assistência médica. Muitas das fotos dos felinos podem ser vistas no Flickr, um site de partilha de ficheiros.



Numa destas tardes, dezenas de gatos, das mais variadas cores, passeavam livremente pelas zonas rochosas de Houtong, enquanto os visitantes imortalizavam as suas imagens em fotografia. Os habitantes da cidade estão satisfeito com o fluxo de turistas que esta iniciativa tem atraído, vendo aqui uma solução para o isolamento em que Houtong se encontra. Sumarni, 35 anos, contou à AFP que a filha, de 3 anos, já tem alguém da sua idade com quem brincar. “Ela costuma brincar com os filhos dos turistas. Aqui, não há nenhuma criança da idade dela”, sublinhou.A própria família tem beneficiado com os visitantes, que compram produtos na sua tenda de comes e bebes.



Chan Bi-yun, de 58 anos, alimenta actualmente cerca de metade da colónia de gatos. “Há nove anos, levei para casa cinco gatos de um vizinho, quando este morreu, e eles não pararam de se reproduzir”, conta. Esta reformada recebe ajuda de um grupo de voluntários, que presta cuidados médicos gratuitamente e lhe fornece comida.

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Governo belga lança campanha de esterilização de todos os gatos do país

20/08

2010

às 18:50

 

Um departamento do governo belga propôs a esterilização de todos os gatos do país até 2016, como forma de combater o excesso de população dos animais, segundo a imprensa local. Em 2009, mais de um terço dos 37 mil gatos dos centros de apoio existente na Bélgica tiveram de ser sacrificados diante da impossibilidade de encontrar um lar para eles.



O plano da seção de bem-estar animal do Serviço Federal de Saúde Pública deveria começar em 2011 e ser realizado durante cinco anos, segundo o jornal La Meuse. Numa primeira fase, serão esterilizados os gatos que se encontros nas associações de protecção animal; em seguida, os felinos dos criadores e, por fim, os domésticos. O objetivo é que, em 2016, todos os gatos estejam identificados, registaados e esterilizados. Este projecto é a resposta aos inúmeros problemas que o excesso de gatos abandonados está a causar no país.



Só na cidade de Charleroi, com 200 mil habitantes, há entre quatro mil e sem mil gatos errantes, o que coloca preocupações ao nível da limpeza e saúde públicas, além do sofrimento de que estes animais são vítimas, segundo fontes do município citadas na última semana pelo jornal Le Soir. Dos 589 municípios belgas, 207 já têm algum plano para promover a esterilização dos gatos e lutar contra essa superpopulação.

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Disney World abre resort para animais de estimação

16/08

2010

às 21:39

Nunca o Pluto teve tanta companhia! A próxima grande atracção do parque temático Walt Disney World, em Orlando, no estado americano da Flórida, não se destina a crianças, mas sim a … animais de companhia. O Best Friends Pet Resort, que tem abertura marcada para 27 de Agosto, oferece não só o alojamento, como também histórias para adormecer e um parque aquático para cães, segundo a AFP.  Com uma área de cerca de cinco mil metros quadrados, metade dos quais ao ar livre, tem condições para acolher 270 cães, 30 gatos e diversos outros animais, incluindo aves, porquinhos da Índia, hamsters e cobaias (só não são aceites tartarugas, cobras e lagartos). Uma noite custa 28 euros, mas pode chegar aos 60, dependendo dos extras que foram escolhidos. Os donos dos animais podem optar entre jogos de grupo para cães, histórias para adormecer, uma villa com pátio ao ar livre e televisão de ecrã plano para assistir a vídeos ou suites de luxo, com 226 metros quadrados, com um jardim privado e um acompanhamento exclusivo.  Além do parque aquático, o Best Friends Pet Resort oferece também jogos em grupo, corridas ao ar livre, caminhadas em trilhos e áreas para jogarem futebol ou frisbee. Os animais podem ficar alojados apenas durante o dia, enquanto os donos de entretém na Disney World.  

 

Multiplicam-se os hospitais veterinários de luxo no Brasil

13/08

2010

às 10:38

O check-up médico a Pierre, um pequeno Terrier branco, revelou que ele sofre de insuficiência renal e que necessita de fazer diálise. Cibele Domingues, a proprietária, não tem qualquer dúvida sobre o que deve fazer a seguir: levá-lo a uma clínica de luxo. Domingues internou Pierre no Hospital Veterinário Dr. Hato, um estabelecimento ultramoderno para animais domésticos em São Paulo, que assegura os melhores e mais sofisticados serviços em toda a América do Sul, escreve a AFP.


Ali, Pierre tem acesso a um aparelho de diálise e a assistência 24 horas por dia. Por enquanto, “tudo está a correr bem”, explica Cibele Domingues, 20 anos, que espera levar o seu Terrier para casa dentro de um a dois dias.



A família Hato, proprietária deste hospital de luxo para animais de companhia, abriu já uma segunda clínica em São Paulo, a capital económica do Brasil, e prevê abrir uma terceira. Mas há outras clínicas veterinárias de luxo que disputam o mercado em expansão dos animais de companhia no Brasil.


Este não é um sinal revelador da boa saúde da economia brasileira, que, apesra de tudo, nos últimos anos permitiu que cerca de 30 milhões de pessoas ascendessem à classe média. Mas o gigante sul-americano continua a ser um dos países onde a desigualdade entre classes é mais notória, com uma alta burguesia que investe tudo no bem-estar dos seus animais de estimação.


“80% dos animais que aqui nos chegam são cães e 15%, gatos. Também já temos recebido aves e uma iguana”, explica o médico veterinário Valter Yoshio Hato, um dos proprietários desta unidade de saúde construída há cerca de três anos juntamente com o pai.


O hospital tem 12 médicos veterinários e três salas de cirurgia. Uma consulta custa 45 dólares e uma operação entre 30 a 1700 dólares. A recuperação total pode demorar dias e os donos dos animais podem passar a noite junto deles, uma vez que o hospital tem três apartamentos para o efetio.


Esta unidade de saúde dispõe ainda de uma piscina de 25 metros para fisioterapia e outro tipo de tratamentos prescritos aos animais. Estrategicamente localizado à saída do hospital, um supermercado exclusivamente com produtos para animais, aberto 24 horas por dia.


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