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Estoril recebe exposição canina este fim-de-semana

22/08

2012

às 14:55

 

Na próxima sexta-feira, sábado e domingo, realiza-se nos jardins do Casino Estoril a 7ª Exposição Canina Nacional e a 61ª Exposição Canina Internacional do Estoril, com entrada gratuita.



Durante os três dias, mais de 900 animais vão desfilar nos jardins e disputar 20 títulos diferentes, entre os quais o mais desejado – o título de Melhor Exemplar da Exposição (Best in Show).



Os apreciadores de cães podem admirar de perto os melhores exemplares de diferentes raças, desde as mais conhecidas, como os Labradores Retrievers, Boxers ou Yorkshire Terriers, às menos conhecidas, como o Cão Lobo Checoslovaco, o Alaskan Malamute, o Vizsla ou o Llhasa Apso.



No fim-de-semana, a entidade patrocinadora do evento (Royal Canin) disponibiliza diversas atividades a pensar nas famílias, como o Jogo da Chave, a Moldura Gigante ou o Mural do Melhor Amigo.

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Pianista promove concerto para cães e gatos na capela da Lapa, em Lisboa

11/05

2012

às 14:31

 

A definição de animais de companhia vai ser levada muito a sério no sábado durante um concerto de piano, na capela da Lapa, em Lisboa, aberto a cães, gatos ou outros.



Uma das voluntárias da organização, Rita Jacobetty, contou à Lusa que já foi feito um ensaio "mas discreto" para experimentar ter animais na plateia.



E correu bem. No sábado, será mais a sério com a peça 'Fado para piano solo' de Alexandre Rey Colaço, com a interpretação por uma das voluntárias da associação Animais de Rua, Vera Prokic.



A autorização para os animais estarem presentes foi fácil de obter uma vez que a capela é gerida pela pianista, que tem dois cães, um dos quais com 21 anos e que fica debaixo do piano durante as atuações.



Segundo a coordenadora do núcleo de Lisboa e de Sintra da associação, a capela tem uma lotação para 60 pessoas e espera-se que encha.



Bianca Santos admite a vontade de "fomentar a possibilidade" de os animais acompanharem as pessoas em mais sítios.



"Estamos sempre abertos a novas iniciativas, mas a abertura em Portugal ainda não é a mesma da restante Europa", disse à Lusa.



Quem quiser levar companhia ao concerto terá de cumprir a lei aplicada a qualquer local público e ter o "bom senso de levar animais sociáveis e que se saibam comportar em público".



De qualquer forma, "existe um espaço fora da capela, onde é possível estar com o animal, caso ele não aprecie a música", acrescentou Bianca Santos.



Antes do concerto, decorre um lanche para pessoas e animais para angariar fundos. O preço do bilhete é de 10 euros, valor que reverte para a associação, que existe desde 2005 e que se concentra em esterilizar animais de rua.



"Fazemos um trabalho a nível da higiene urbana e de melhoria das condições de vida dos animais", notou a voluntária Rita Jacobetty.



Reconhecida pela World Society for the Protection of Animals (WSPA, Sociedade Mundial de Proteção dos Animais) e seguindo o método oficial usado em Espanha, o lema da Animais de Rua é: CED - capturar, esterilizar e devolver.



"O número de animais a precisar de um lar é muito superior ao número de famílias dispostas a adotá-los", lembrou ainda Bianca Santos, sublinhando que a associação tenta "minorar o sofrimento desses animais e proporcionar-lhes melhores condições de vida na rua".



Até ao momento foram feitas 8.689 esterilizações. A maior parte dos animais são sinalizados por cuidadores, habitualmente pessoas que dão alimentos aos animais vadios.



Depois de esterilizados, os animais são devolvidos à proveniência e acompanhados. Nesses locais, acabam por surgir outros animais, que face à vigilância também são esterilizados.



No caso de pessoas carenciadas, a associação também garante a esterilização e no caso de animais encontrados e que visivelmente são domesticados promovem a denominada adoção responsável.


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Nasceram sete crias de lince ibérico em cativeiro

23/03

2012

às 14:30

 

Uma das fêmeas do programa de reprodução do Lince Ibérico deu à luz quatro crias, que estão a ser amamentadas pela progenitora, enquanto uma outra fêmea deu à luz três crias, tendo duas delas sobrevivido mercê de amamentação artificial e incubadora.



Segundo divulgou ontem o Instituto de Conservação da Natureza (ICN), Castañuela, uma fêmea de 6 anos, chegada a Silves em novembro 2011, deu à luz, a 06 de março, quatro crias na caixa-ninho do seu cercado.



Apesar de serem muito raros partos com número tão elevado de crias -- o outro caso ocorreu em Espanha -, esta fêmea "mostra grande dedicação e demonstra estar a cuidar adequadamente de toda a sua prole", que segue com atividade e ritmos de lactação normais, relata o ICN.



Quanto a Biznaga, uma das fêmeas que nunca reproduziu no programa, deu à luz 3 crias, a 05 de março. Duas das crias foram abandonadas uma hora após o nascimento pelo que está a ser tentada a sua sobrevivência com amamentação artificial e incubadora. Pesam atualmente cerca de 400 gramas cada.



A terceira cria acabou por morrer passadas 48 horas, apesar de a fêmea ter demonstrado cuidados parentais normais.



O começo da época de reprodução 2012 no Centro Nacional de Reprodução do Lince Ibérico ocorreu em dezembro de 2011, com o início do cio das fêmeas. Os acasalamentos foram planeados de acordo com critérios genéticos e respeitando as interações comportamentais observadas entre os animais.



Durante o período potencial de gestação as fêmeas são seguidas com particular atenção e são feitas análises às fezes e urina para testes de gravidez.



Toda a atividade dos animais é acompanhada com vídeo vigilância contínua (24 horas) pelas equipas dos centros de reprodução em cativeiro de lince em Portugal e Espanha, que já possuem experiência adquirida nos anos anteriores.



Este ano cabe a letra "J" como inicial para nomear animais nascidos em cativeiro e animais nascidos na natureza, numa altura em que se trabalha diariamente em prol do futuro ainda incerto do lince ibérico.

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Ordem dos Veterinários esteriliza animais abandonados em Coimbra

11/11

2011

às 15:32

 

A Ordem dos Médicos Veterinários (OMV) inicia hoje, em Coimbra, a segunda fase da Campanha Nacional de Esterilização de Animais Errantes (canídeos), com o objectivo de sensibilizar a população a não abandonar animais e a recorrer à adopção.



A bastonária da OMV, Laurentina Pedroso, disse à agência Lusa que a campanha se iniciou em 2010, em Lisboa, e prossegue agora em Coimbra, hoje e nos dias 12, 14, 18, 19 e 21 de Novembro.



"Temos noção que largas dezenas de animais são abandonados e o que pretendemos é alertar e sensibilizar as pessoas recorrerem à adopção e não abandonarem os animais, tendo os médicos veterinários ponderado ajudar a combater este flagelo", frisou a médica.



Por outro lado, acrescentou Laurentina Pedroso, pretende-se "evitar a propagação de doenças, salvaguardando a saúde pública".



A campanha prossegue ainda este mês em Trás-os-Montes e terá continuidade em 2012, tendo como meta esterilizar 200 animais.



A iniciativa vai envolver 100 médicos veterinários que se disponibilizaram para esta acção em regime de voluntariado.



A acção vai decorrer no Centro Municipal de Recolha Oficial de Animais de Companhia de Coimbra, em colaboração com a Câmara Municipal e a Escola Universitária Vasco da Gama.



A bastonária da Ordem dos Médicos Veterinários explicou à agência Lusa que os locais onde a campanha se desenvolve são seleccionados tendo em conta a existência de instituições de ensino superior de medicina veterinária.

 

Segundo Laurentina Pedroso, a campanha conta com a participação da indústria farmacêutica, que "deu uma grande ajuda em termos de materiais para as cirurgias".

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Impacto da linhas eléctricas e da iluminação pública nas aves marinhas em debate

28/10

2011

às 19:31

 

A freira da Madeira, o impacto das linhas eléctricas e da iluminação pública nas aves marinhas ou o turismo ornitológico na Macaronésia são alguns dos temas do VII Congresso de Ornitologia que começa sábado em Machico.



Organizado pela Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA), este congresso, que decorre até segunda-feira, engloba as Primeiras Jornadas Macaronésicas de Ornitologia, reunindo cerca de uma centena de especialistas nacionais e do estrangeiro.



No seu âmbito, será apresentado o "Guia sobre as Aves de Portugal", da autoria de Hélder Costa, e decorrerá uma tertúlia sobre os 40 anos da Reserva Natural das Ilhas Selvagens.



O impacto dos incêndios florestais de Agosto de 2010 na Madeira na avifauna nidificante e a recuperação das colónias de nidificação da freira da Madeira (pterodroma madeira) é um dos temas que estará em debate neste congresso.



Segundo o director do Parque Natural da Madeira, Paulo Oliveira, no maciço central montanhoso da Madeira "foi efectuada uma intervenção de urgência com os objectivos de consolidar as condições de sobrevivência dos juvenis, recuperar localmente os ninhos no sentido de promover o regresso das aves na época de reprodução de 2011 e fazer a retenção dos solos através da colocação de manta anti-erosão".



Paulo Oliveira salientou que "foram recuperados e ou construídos cerca de 100 ninhos artificiais, todos os ninhos existentes foram recuperados/construídos no exacto local onde estavam georefenciados e foi recolocado o cordão de exclusão de predadores gatos, ratos e murganhos".



O director do PNM considerou, por isso, que "os resultados da época de reprodução de 2011 abrem boas perspectivas para a recuperação da espécie no curto e médio prazo, tendo estado cerca de 50 ninhos activos e sendo o saldo final de 16 juvenis que sobreviveram desta ave endémica da Madeira".



O impacto da iluminação pública nas aves marinhas é outro tema do congresso que será desenvolvido pela bióloga Cátia Gouveia, da SPEA - Madeira.



Segundo esta investigadora, em virtude do encadeamento (poluição luminosa), as aves marinhas, sobretudo os juvenis, perdem-se e chocam contra as escarpas havendo o registo, desde 2003, de mais de 300 aves mortas.



Para Cátia Gouveia, há necessidade de sensibilizar as pessoas e os poderes públicos para os efeitos da poluição luminosa de modo a contrariar esta tendência de mortalidade: "basta reposicionar os projectores para o chão ou introduzir temporizadores, entre outras coisas".



Paulo Castro e Sofia Alves abordarão a "Carta Europeia de Turismo Sustentável em Áreas Protegidas, um instrumento de planeamento que pode potenciar o turismo ornitológico da Macaronésia como um produto único".




O congresso discutirá ainda as aves da Macaronésia, a ecologia, a conservação de aves florestais e endémicas, a monitorização das aves comuns e a sua utilização como indicadores do estado dos ecossistemas e as perspectivas sócio-económicas e conservação da natureza.

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Câmara das Caldas da Rainha promove adopção de animais abandonados

03/10

2011

às 20:01

A Câmara Municipal das Caldas da Rainha assinala amanhã o Dia Mundial do Animal com uma iniciativa que visa
promover a adopção de animais alojados do canil e gatil municipal. O canil municipal actualmente abriga 12 cães e uma dezena de gatos e como forma de “motivar” potenciais novos donos, os animais adoptados terão direito a Identificação Electrónica gratuita (micro chip), bem como as acções de profilaxia médica obrigatória (vacinação anti-rábica).

 


No âmbito da comemoração desta efeméride será ainda implementada a “BOLSA DE ADOPÇÃO”, uma base com os dados das pessoas interessadas em adoptar animais e que serão contactadas pelos serviços de veterinária quando existir no canil um cão ou gato com as características pretendidas (idade, porte, etc). Os interessados em constar desta “Bolsa de Adopção” deverão aceder ao site da Câmara Municipal e preencher o formulário on-line.

 

Quem quiser adoptar um animal deverá contactar os Serviços de Veterinária da Câmara Municipal nos dias úteis entre as 10 horas e as 16.30 horas, pelo telefone 262 240 000 ou através de gabvet@cm-caldas-rainha.pt

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Associação do Funchal procura voluntários para passear os cães

23/08

2011

às 17:12

A Sociedade Protectora de Animais Domésticos (SPAD) do Funchal está a aceitar voluntários para passear os cães que recolheu de forma a melhorar o seu bem-estar, disse hoje à agência Lusa o coordenador da instituição.

 

"Os animais estão em canis, estão em jaulas e também precisam para o seu bem-estar de andar, de fazer exercício", afirmou Nuno Margarido, considerando que a campanha colmata, também, a falta de voluntários da SPAD e permite a ocupação dos tempos livres dos candidatos.

 

A iniciativa, lançada no passado fim-de-semana, conta já com a adesão de dez pessoas, acrescentou o dirigente, para quem esta acção permite, ainda, uma "maior sensibilização" em relação aos animais abandonados e pode potenciar a adopção de cães.

 

"Circula-cão" é o nome da actividade que convida a população a "passear um amigo de quatro patas" durante um período de, pelo menos, meia hora, todos os dias e aos sábados de manhã numa área junto à sede da SPAD, no antigo matadouro regional. O espaço, cedido pelo município, é "plano, sem tráfego automóvel e nele podem passear muitos cães", referiu Nuno Margarido.

 

Segundo o responsável, "muitas vezes, as pessoas que vão ao canil só querem dar umas festinhas no cão ou no gato", defendendo que o "voluntariado, a existir, tem de ser orientado", neste caso para passear os cães.

 

O dirigente disse acreditar que aparecerão pessoas de todas as idades para participar no "circula-cão", explicando que a acção foi lançada no verão para que o período de férias da generalidade da população possa, também, ser aproveitado para este fim.

 

"Desde jovens a pessoas de mais idade ou moradores que não têm cães porque estão num apartamento, esperamos pessoas de todas as gerações", declarou Nuno Margarido, garantindo que "o animal a entregar ao voluntário está de acordo com a fisionomia da pessoa". O projecto está também aberto a crianças desde que acompanhadas por um adulto.

 

"Eu considero isto uma tripla acção, é bom para o animal, bom para o voluntário porque ocupa o seu tempo, bom para a SPAD porque não tem pessoal suficiente", adiantou o coordenador da entidade. A SPAD tem um canil e gere, ainda, o canil da Câmara Municipal do Funchal, onde estão cerca de 300 animais, entre cães e gatos.

Sessão de anilhagem de Peneireiros-das-torres em Castro Verde

08/06

2011

às 11:36

Dando sequência ao projecto que desenvolve desde 2002 para a preservação dos Peneireiros-das-torres em Castro Verde, a Liga para a Protecção da Natureza realiza no dia 18 deste mês mais uma sessão de anilhagem, à qual pode assistir o público em geral. Para isso, basta inscrever-se até ao dia 15 de Junho através do e-mail lpn.cea-castroverde.lpn.pt ou do telemóvel 96 852  36 48.

O Peneireiro-das-torres é uma ave migradora, que durante a Primavera e o Verão se encontrar em alguns países do hemisfério Norte, como é o caso de Portugal. Nesta altura, os casais de peneireiros estão ocupados com as primeiras crias, que durante 28 dias permanecem aos cuidados dos progenitores. Só depois começam a aprender a voar.

Antes que as crias comecem a ser independentes é necessário proceder à sua anilhagem, um procedimento importante para que seja possível acompanhar a sua rota migratória e controlar o número de indivíduos.

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SATA Rally Açores ameaça época de reprodução dos priolos

21/04

2011

às 20:15

A associação ecologista Amigos dos Açores criticou hoje a realização de provas automobilísticas no "único lugar do mundo" onde vive o priolo, alertando para os perigos que isso representa para aquela pequena ave em risco de extinção. 

 

"Precisamente durante a época de reprodução desta ave, período crucial para a sua sobrevivência, que decorre de Junho a agosto, tem decorrido o maior evento automobilístico do ano (nos Açores)", refere a associação numa nota hoje divulgada, referindo-se ao SATA Rally Açores.

 

A prova, a contar para o calendário internacional, passa pelas áreas protegidas da Tronqueira e do Planalto dos Graminhais, na zona oriental de S. Miguel, que é "o único lugar do mundo onde vive o priolo, ave endémica desta ilha que se encontra entre as espécies mais ameaçadas do planeta".

 

Os Amigos dos Açores recordam que as duas áreas protegidas foram criadas para preservar a floresta laurissilva, que é o habitat do priolo, considerando "paradoxal o investimento governamental na conservação de uma ave ameaçada durante 360 dias do ano, para, durante meia dúzia de dias, serem apoiados, com verbas públicas, eventos perturbadores da natureza e do ambiente natural".

 

A associação ecologista lamenta ainda não ter recebido nenhuma resposta da Secretaria Regional do Ambiente ao pedido de esclarecimento enviado, em Setembro de 2010, relativamente à continuidade dos eventos automobilísticos em zonas protegidas, especialmente na época de reprodução de uma espécie ameaçada.

 

"Após mais de meio ano sem qualquer resposta, a associação lembra que a natureza e o ambiente não são apenas galardões para ostentar, mas sim valores que têm de ser acarinhados e protegidos todos os dias, a bem da sua durabilidade e do equilíbrio do planeta", acrescenta a nota dos Amigos dos Açores.

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Garraiada voltou à semana académica de Vila Real

08/04

2011

às 10:30

 

O regresso da garraiada à festa académica de Vila Real originou ontem um protesto pacífico em defesa dos direitos dos animais e opôs os aficionados e os críticos desta corrida, que teve como vedeta uma vaca. A garraiada, uma corrida com vacas ou touros novos, foi abolida há dois anos por um grupo de alunos da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), mas regressou este ano à semana académica daquela instituição, noticiou a agência Lusa.


Durante a tarde, muitos foram os alunos que se juntaram no campus da universidade para ver ou enfrentar as cinco vacas que entraram na arena, enquanto outros estudantes, acompanhados por outras pessoas da cidade de Vila Real, protestaram de forma pacífica contra a iniciativa.


Um dos contestatários do regresso da garraiada foi Mário Pinto que se mostrou contra a "discriminação entre espécies". "Esta acção é focalizada na garraiada, mas é alargada ao conceito de que os animais não podem ser motivo de divertimento para nós, quando isso implica o seu sofrimento ou humilhação", salientou.


Mário Pinto sublinhou que a manifestação quis "marcar um ponto" e "não criar qualquer atrito". "O ser humano é o único ser capaz de interpretar ética e bem-estar animal e é por isso que nós lutamos", referiu.


António Brandão salientou que a defesa dos animais transcende o "meio académico" e sublinhou a necessidade de sensibilizar quer os alunos, quer a comunidade em geral. "Achamos mais constructivo que haja evolução e a postura das pessoas seja diferente", frisou.


Maria João Manso foi uma das responsáveis pelo regresso da garraiada à Semana Académica. "É natural que seja um tema que dê muita polémica, que vai dar sempre, mas estamos aqui não para humilhar qualquer tipo de animal. Quisemos fazer regressar uma tradição à nossa universidade. Já vamos perdendo tantas, porque perder mais esta", salientou.


Maria João acrescentou que se trata de uma tradição com mais de 20 anos da UTAD e com mais de 50 em outras universidades como de Coimbra, Évora ou Lisboa. Para esta estudante, o que é preciso é "respeitar as diversas opiniões sobre o tema".


Quem não se importou com a polémica à volta do assunto foi Manuel Mendes, que com outros colegas saltou para a arena para fazer uma pega à vaca. Enquanto este aluno agarrava o animal pelos cornos cortados, outros puxavam pelo *** ou pelo corpo da vaca. E, entre tombos e empurrões, Manuel confessou ter "muito gosto" pelas garraiadas, ou não confessasse ser ribatejano de nascença. "A vaca tem muita força e mais me maltratou ela a mim do que eu a ela. É uma brincadeira", salientou.


Pelo meio, os manifestantes apresentaram uma queixa ao Serviço de Protecção (SEPNA) na Natureza e Ambiente da GNR, que se deslocou ao local para averiguar a documentação dos animais e as condições em que decorreu o espectáculo.

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Zoo de Londres está a recensear todos os animais, incluindo formigas e borboletas

05/01

2011

às 15:08

   Foto: Suzanne Plunkett/Reuters

Os trabalhadores do Zoo de Londres estão, desde ontem, envolvidos na hercúlea tarefa de contar todos os animais que existem no parque, incluindo formigas, centenas de borboletas e milhares de peixes, diz a AFP. O recenseamento anual dos animais é uma obrigação legal, para que o zoo continue a ter licença de funcionamento, mas não é fácil de executar, se tivermos em conta que, no ano passado, foram contabilizados 16 mil animais de 700 espécies diferentes, incluindo 10 mil invetebrados, 4700 peixes e 100 reptéis. Mas trata-se de um instrumento extremamente útil, que permite aos responsáveis terem noção do números de nascimento e mortes, partidas e chegadas.



No caso dos grandes mamíferos, como os elefantes e os leões, a tarefa é relativamente simples, podendo demorar cerca de quatro semanas, contudo, o caso muda de figura se falarmos dos invetebrados, que são animais de muito pequeno porte e que se deslocam com muita facilidade de um lado para o outro.



“O censo das borboletas é realmente difícil”, admitiu, à AFP, Mark Tansley, um dos responsáveis pelo sector dos insectos. “Temos que entrar no borboletário quando elas estão pousadas nas plantas e antes que o ambiente comece a arrefecer. Quando elas deixam de sentir o calor do radiator, começam a voar e torna-se impossível contá-las”.



Os responsáveis pelo aquário não têm o trabalho mais facilitado. No ano passado, foram contabilizados 4700 peixes.



As novas aquisições ou nascimentos vão ser também contabilizados, como é o caso de uma bebé gorila que nasceu em Outubro passado, o primeiro em 20 anos. Os responsáveis do zoo esperam também aumentar o número de tarântulas, uma vez que, no mês passado, descobriram que um dos oito exemplares é um macho. “Vamos tentar com que ele acasale com algumas das fêmeas”, contou Mark Tansley, ao Yorkshire Post.


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