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Lagarto parecido com o Homem-Aranha faz sucesso no Reino Unido

06/07

2012

às 19:30

 

No Reino Unido, não para de aumentar a procura de lagartos da espécie Agama mwanzae, cujos machos são famosos pelo seu colorido, depois de ter sido fotografado um exemplar no Quénia que faz lembrar o Homem-Aranha.



Ao jornal britânico Daily Mail, o fotógrafo Roy Daines explicou como conseguiu a imagem, durante as suas férias naquele país africano. “Eu estava a relaxar na piscina quando o lagarto surgiu no muro. Fiquei completamente fascinado, nunca tinha visto algo igual. O seu colorido era muito brilhante, como se estivesse a vestir um fato. A rastejar por ali, parecia mesmo o Homem-Aranha”.



Richard Nunn, responsável por uma loja de produtos relacionados com a banda desenhada, em Birmingham, confirmou que a semelhança do lagarto com o super-herói da Marvel é espantosa.



O colorido é inacreditavelmente semelhante, especialmente no peito, nas pernas e nos braços. Tenho a certeza que muitos fãs do Homem-Aranha vão querer ter um lagarto como este”, sublinhou, ao mesmo jornal.



E ao que tudo indica, a procura destes lagartos aumentou exponencialmente, segundo proprietários de lojas de animais contactados pelo Daily Mail.



Karen Baker, especialista em anfíbios e répteis de um dessas lojas, disse que estes lagartos, que podem viver até aos 15 anos, estão esgotados. “As pessoas estão desejosas de ter um por causa do seu colorido. Estes lagartos geralmente vivem em grupo e o macho dominante é sempre o mais colorido. A procura continua a crescer, mas só devemos ter mais lagartos em Outubro”, concluiu.

Lagartos australianos constroem tocas labirínticas para a família

05/07

2011

às 11:30

Muitos animais constroem casas para os seus descendentes, mas nunca ninguém pensou que os lagartos pudessem fazer parte deste grupo. Até que um grupo de cientistas descobriu que os sáurios dos grandes desertos (Liopholis kintorei), lagartos que vivem apenas no norte da Austrália, constroem e mantém tocas labirínticas, onde vivem várias gerações de diversas famílias, de acordo com o jornal americano New York Times.

  

Os lagartos constroem os túneis que acabam por ser residências mais ou menos permanentes, sendo que a cada ano, cerca de 6% dos túneis deixam de ser utilizados. As fêmeas tendem a ficar em casa -  apenas uma foi encontrada fora da respectiva toca e as análises genéticas revelaram que 60% dos machos são fiéis às companheiras. Os pais foram capturados sempre dentro ou perto das tocas onde as crias vivem, que permanecem no interior dos túneis.

  

A energia necessária para construir e manter estas tocas labirínticas permite concluir que este é um trabalho necessário à sobrevivência da espécie. Pelo que se sabe até ao momento, os lagartos do deserto australiano são os únicos a construir tocas tão labirínticas.

  

Adam Stow, um dos autores do estudo e professor de biologia na Universidade de Macquarie, em North Ryde, Austrália, referiu que muito poucas espécies de lagartos formam grupos familiares e que estas normalmente vivem nas fendas das rochas que não requerem manutenção.

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Descoberto lagarto cego e sem pernas no Camboja

12/05

2011

às 11:36

 

Uma nova espécie de lagarto, sem olhos e sem paernas, foi descoberto por cientistas no Camboja, avança o Mail Online. A pequena criatura, semelhante a uma minhoca, foi encontrada por Neang Thy, nas Montanhas Cardamom, quando este desviou um tronco de árvore. O réptil tentou esquivar-se à luz do sol, mas o investigador ainda conseguiu fotografá-lo. O animal foi já classificado como uma nova espécie e baptizado largarto cego Dalai Mountain (Dibamus dalaiensis), devido ao nome da montanha onde foi descoberto.


Neang Thy, que trabalha par a associação Fauna e Flora Internacional (FFI) e estuda reptéis e anfíbios há cerca de 10 anos, disse: “No início, pensei tratar-se de uma espécie comum, mas observando mais de perto percebi que era um animal que eu não conhecia”.


Pesquisas recentes realizadas naquelo país permitiram a a descoberta de novas espécies, desde plantas carnívoras a uma rã verde-sangrando. Jenny Daltry, bióloga conservacionista do FFI, explicou que foi necessário um ano até que o réptil ter sido considerado uma nova espécie.



“Esta última descoberta é particularmente notável, pois não é apenas uma nova espécie, mas também o primeiro réptil a ser descoberto e formalmente descrito no jornal científico [Zootaxa] por um investigador cambojano”, destacou.



Segundo a BBC, este lagarto cego parece uma cobra, mas na verdade é um lagarto que evoluiu para poder viver no subsolo – perdeu as pernas para poder contorcer-se no interior do solo. Além disso, ao contrário das cobras, este animal não tem a língua bifurcada. “A maioria das cobras só tem um pulmão, enquanto os lagartos têm dois”, explicou Neang Thy.

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Apreendidos 2000 lagartos-monitor na Tailândia

11/04

2011

às 18:30

 Foto: Bangkok Post

As autoridades tailandeses fizeram a maior apreensão de sempre de lagartos-monitor (Varanidae varanus) depois de encontrarem cerca de 2000 mil destes répteis escondidos numa coluna de jipes que se dirigia, na quinta-feira, para a capital do país, segundo o Bangkok Post. Os lagartos foram encontrados dentro de cestas de plástico, em três dos jipes, durante uma operação policial realizada na província de Prachuap Khiri Khan.



Os funcionários aduaneiros, que estimam que os 2000 répteis valeriam cerca de 41,4 mil euros no mercado, referiram que os mesmo deveriam ser entregues a clientes chineses. “Eles são oriundos da Malásia e transportados pelo sul da Tailândia e do nordeste do Laos para a China, onde são comidos”, diss Seree Thaijongrak, director do Serviço Aduaneiro.



A organização Freeland, que luta contra o tráfico de espécies selvagens, explicou que os lagartos-monitor estão protegidos pelo CITES (Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção, em português) e estão em risco de extinção. O comércio internacional desta espécie está proibido. Estes animais estão também protegidos pelas leis do Lao e da Malásia.

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Estudo reforça tese de que as cobras tiveram patas no passado

09/02

2011

às 10:30

  Foto: Discovery News

Um novo estudo científico conclui que as cobras perderam as patas, que costumavam ter no passado, porque estas começaram a crescer de forma mais lenta ou por um período de tempo mais curto. A investigação, publicada no último número do Journal of Vertebrate Paleontology, reforça a tese de que as cobras evoluíram dos lagartos e ambos tanto caminhavam em terra, como nadavam no oceano. As patas devem ter-se tornado cada vez menos úteis à medida que o animal ia evoluindo.



“Se algo é inútil pode regredir sem qualquer impacte na sobrevivência do animal. A regressão pode mesmo ser positiva, como neste caso, se as patas estavam a prejudicar a locomoção das cobras, tanto em terra como no oceano”, disse, à Discovery News, Alexandra Houssaye, coordenadora do estudo. Para este projecto, esta técnica do Museu Nacional de História Natural de Paris e os seus colegas analisaram o fóssil de uma cobra designada Eupodophis descouensi. Este réptil pré-histórico viveu durante o Período Cretácio no que é hoje o Líbano.



Para melhor examinarem o fóssil, os investigadores utilizaram uma nova técnica de imagiologia, o que lhes permitiu obterem milhares de imagens a duas dimensões, que utilizaram para construir um modelo a três dimensões. Com este modelo, os cientistas verificaram que o réptil em causa tinha duas patas traseiras regredidas e nenhuma pata dianteira. A pata que os investigadores conseguiram visualizar dobrava pelo joelho, tinha quatro ossos do tornozelo, mas nenhum pé ou dedos. As imagens permitiram ainda perceber que a arquitectura interna das patas se assemelhava em muito aos ossos das patas dos actuais lagartos terrestres.



Uma outra cobra, do mesmo período temporal, Najash rionegrina, também terá tido duas pequenas patas traseiras, o que reforça também a tese de que as cobras tiveram patas e descendem dos lagartos. Hussam Zaher, da Universidade de São Paulo (Brasil), e um colega descobriram o fóssil da Najash (que significa “cobra” em hebreu) na província argentina de Rio Negro.

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Elefante indiano leva lagarto a passear

16/07

2010

às 10:40

 

É mais uma prova de que espécies animais diferentes podem conviver em harmonia. No Corbett National Park, na Índia, um fotógrafo capturou o momento em que o elefante fêmea Madhuri pegou com a tromba num lagarto vivo e o transportou alegremente pelo parque, noticiou o Telegraph. Jagdeep Rajput, 49 anos, é fotógrafo há cerca de 20 anos e confessa nunca ter visto nada semelhante. Jagdeep referiu que já tinha ouvido falar desta fêmea de elefante e do seu comportamento. “Ela é tida como muito violenta, por isso, quando a encontrei, aproximei-me com muito cuidado”, contou. “O Cobertt National Park tem uma grande população de lagartos e Madhuri é conhecida por apanhá-los e transportá-los durante vários dias – balançando-os e deixando-os cair no chão”, explicou o fotógrafo. O elefante indiano é uma subespécie do elefante asiático, podendo pesar cerca de cinco toneladas. Esta espécie tem um cérebro grande, que lhe permite guardar memórias e experiências. Os cientistas julgam ainda que estes elefantes têm uma intuição que lhes permite saber o que é que os outros elefantes estão a sentir

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