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Quando os macacos se apaixonam

11/06

2012

às 20:49

Título: Quando os macacos se apaixonam

Editora: Esfera dos Livros

P.V.P.: € 16



É verdade. Tal como nós, humanos, os animais também têm essa capacidade de sentir desejo pelo outro e de querer estar com o outro, mesmo que isso signifique literalmente perder a cabeça. De uma forma muito simples e divertida, o veterinário e professor universitário George Stilwell conduz-nos pelo intrincado mundo da vida afetiva dos animais através deste “Quando os macacos se apaixonam” (Esfera dos Livros).


Entrevista a George Stilwell

Os animais, à semelhança dos humanos, também se zangam, apaixonam, discutem, agridem-se, seduzem, educam, matam e matam-se. Afinal, as nossas sociedades não são assim tão diferentes das dos animais, ou são?

As sociedades não são mais do que um intrincado de relações de ódio e amor. Temos tendência a pensar que estas relações são racionais e voluntárias no caso dos humanos e instintivas no caso das outras espécies, menosprezando por isso o valor destas últimas. No entanto, cada vez mais percebemos que afinal são muito parecidas – as atitudes dos humanos afinal são muito viscerais, e os animais parecem pensar e até reagir com lógica.

Há apenas uma grande diferença, o que aumenta muito a nossa responsabilidade – podemos antever o alcance das nossas atitudes e a forma como irão afetar os outros membros da nossa sociedade e até de sociedades vizinhas.



Pensar na ideia de que os animais também se apaixonam causa alguma estranheza. Que tipo de paixão é esta?

Será que a paixão entre humanos não é também instintiva? Um rapaz é capaz de explicar por uma série de equações a razão porque se sente atraído por uma rapariga? Os Páris e Helenas deste mundo pesam sempre racionalmente as consequências da sua paixão? Se assim fosse os casamentos por contrato, como acontecia entre os príncipes e princesas da História e ainda acontece em tantas partes do mundo, teriam sucesso garantido.

É verdade que as paixões entre animais são mais vezes momentâneas e são sempre presenciais, ou seja, duram enquanto a reprodução é possível e desejável e não se mantêm a não ser que os dois parceiros estejam juntos. Mas não deixam de ser paixões no sentido em que exige sacrifício, dedicação, partilha, solidariedade e, claro, anseio pelo prazer físico.



Existem verdadeiros rituais de sedução nas diversas espécies animais, alguns dos quais de fazer verdadeira inveja a nós, mulheres.

Não acho que se deva ter inveja das técnicas e recursos que certas espécies põem ao serviço do processo de sedução da parceira (geralmente são os machos que investem mais neste processo), mas de certeza que os devemos admirar. Aliás, os humanos desde há muito que se dedicam a copiar alguns dos maiores especialistas já que, como mamíferos, somos talvez dos menos abonados na arte de namorar. As aves, os peixes, os insetos e outras espécies consideradas inferiores, colocam ao serviço da sedução meios tão espetaculares como a voz, a vestimenta e a dança, enquanto que os mamíferos geralmente resumem o seu portfólio ao olfato e à força bruta. Os homens felizmente perceberam que um murro no rival ou pingos de urina à porta do apartamento da namorada já não obtinham o mesmo efeito do que uma roupa elegante, uns bons passos de dança na discoteca ou mesmo uma canção debaixo da varanda.



Contudo, algumas relações são literalmente de perder a cabeça.

No caso dos humanos continuam a existir mulheres com capacidade de fazer os homens perder a cabeça (no bom e mau sentido), mas felizmente raramente inclui a decapitação. No caso de outras espécies o sentido pode já não ser figurado e se o galã não tem cuidado pode muito bem acabar como repasto da amante. Isto parece acontecer com a viúva-negra (um nome muito bem aplicado) e com o louva-a-deus, espécies cujo macho tenta sempre encontrar uma amada bonacheirona e por isso com a probabilidade de não estar com apetite. Se alguma coisa falhar na eleição o mais certo é perder a sua cabeça muitas vezes quando ainda está entretido com o ato sexual.



As mulheres queixam-se muitas vezes dos nove meses de gravidez. Mas que dirão as burras (um ano), as éguas (11 meses) e as elefantes (650 dias)?

A gestação que os mamíferos inventaram, ou pelo menos aperfeiçoaram, tem algumas vantagens – por exemplo, as fêmeas passam a andar com a trouxa à barriga, poupam em fraldas e não tem de ficar tanto tempo ligadas a um local – mas também tem os seus inconvenientes. Não sabemos se o enjoo matinal é um deles, mas o peso extra, a perda da linhas elegantes e, principalmente, a dor no parto de um jovem com tamanho para ir para a escola, são de certeza alguns dos motivos porque os marsupiais resolveram arranjar uma bolsa para carregar as crias deixando-as sair de tempos a tempos para aliviar as costas da mãe.



Há um dado curioso que salta à vista ao longo do livro. Nem sempre as fêmeas são o sexo fraco e, em algumas espécies, são mesmo elas quem vestem as calças lá em casa.

Em quase todas as espécies do Reino Animal o macho faz literalmente qualquer coisa para obter as boas graças da fêmea e, é óbvio, a possibilidade de um pouco de sexo. Na verdade quem coordena isto tudo são as hormonas, mas normalmente as fêmeas são que têm a última palavra e acabam por recompensar aquele que tem maior probabilidade de transmitir à nova geração os melhores genes do mercado. A continuação da história é que varia muito entre espécies – alguns machos, depois do prémio, largam a amante sem sequer um obrigado; outros colaboram na alimentação e educação dos filhos; e, finalmente, alguns infelizes pagam o sexo ótimo com uma dedicação exclusiva à prole. Neste último caso estão alguns peixes e mesmo o insuspeito e enorme macho da avestruz.



Este livro é escrito num tom muito informal e divertido, diferente a maioria dos livros sobre este tipo de matérias. Por que optou por esta forma de escrita?

A pior coisa que a Ciência pode fazer é fechar-se sobre si mesma e continuar a comunicar de forma hermética com o público. Neste livro estão descritos comportamentos, ensaios e observações feitos no âmbito da biologia e zoologia, muitos deles publicados em revistas internacionais da especialidade, mas praticamente desconhecidos do público. A forma ligeira, colocando humor na descrição de cada situação, talvez torne a leitura mais fácil e menos maçuda. Foi a minha aposta.

Por outro lado as comparações com comportamentos humanos tende a ser tão exagerada que nem se pode pensar que são alusões antropomórficas. É verdade que falar de amor, tristeza, dedicação e mais uma série de emoções é bastante arriscado em biologia, mas ao ser pintalgado por algumas metáforas é mais fácil perceber o que são apenas imagens e o que são conceitos e afirmações científicas.

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Macacos são capazes de aprender a "ler"

13/04

2012

às 17:17

 

É necessário ser capaz de falar para a prender a ler? Não, segundo uma experiência realizada por investigadores de Marselha, França, que conseguiram demonstrar que os babuínos são capazes de identificar palavras escritas.



Dan, o melhor aluno dos seis macacos que participaram no estudo e que tinha três anos quando realizou a prova, aprendeu a distinguir 308 palavras escritas corretamente a partir de oito mil vocábulos que que lhe foram mostrados durante um mês e meio num centro de primatas em Aix-en-Provence, França, segundo o jornal espanhol La Vanguardia.



Os investigadores colocaram um ecrã tátil no recinto onde os primatas estavam, através do qual passavam palavras em inglês com quatro letras a alta velocidade. Os macacos deveriam tocar numa forma ovalada se a palavra estivesse corretamente escrita e numa cruz se isso não acontecesse. Por cada resposta correta, recebiam como recompensa um punhado de cereais.



Os cientistas realizaram entre 43 mil e 56 mil testes a cada animal. Na primeira fase, as palavras corretamente escritas apareciam com maior frequência. “Em poucos dias, os babuínos foram capazes de distinguir palavras escritas de com uma ortografia muito semelhante”, explicou Jonathan Graingner e Joel Fagot, dois investigadores do laboratório de psicologia cognitiva de Marselha que participaram neste estudo, publicado na revista Science.



Depois de memorizarem a ortografia de várias dezenas de palavras, começaram a notar a diferença entre as palavras corretas e as incorretas nas primeiras apresentações, embora a aparição frequente da mesma palavra os induzia em erro.



Os investigadores consideram que isto demonstra que os macacos são capazes de “identificar e memorizar padrões na organização das palavras com o objetivo de detetar anomalias”.

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Os macacos também fazem greve

29/03

2012

às 15:19

Foto: José Carlos Pratas/Global Imagens/Arquivo

O animal humano não é o único primata a fazer greve. Na realidade, o protesto dos indignados “sapiens” espanhóis que hoje se revoltam contra a reforma laboral do Governo tem profundas raízes evolutivas, inscritas no ADN que partilhamos com os nossos parentes mais próximos.



Pelo menos foi o que revelou as investigações pioneiras do grande primatólogo Frans de Waal, diretor do Laboratório Yerkes de Investigação de Primatas de Atlanta (EUA).



“Comprovámos que se dermos a um macaco capuchinho uma recompensa menor do que a outro que desempenhou a mesma tarefa, o primata prejudicado fica revoltado e não colabora mais”, explicou De Waal ao jornal espanhol El Mundo.



“Por isso, estou convencido de que estas macacos entendem perfeitamente quando são tratados de forma injusta e podem revoltar-se contra a desigualdade de uma maneira comparável às greves dos humanos”, assegurou o primatólogo.



Para chegar a esta conclusão, Frans de Wall e os seus colegas ensinaram um grupo de macacos capuchino a desempenhar tarefas simples. O trabalho consistia em recolher pedras e colocá-las na mão de um dos investigadores. Como recompensa, os investigadores davam-lhe um pepino.



Até aí, a produtividade desta espécie de empresa corria bem. Se todos os macacos recebessem o mesmo “salário”, sem diferenças significativas no tamanho dos pepinos, reinava a paz social e 90% dos capuchinhos cumpria com as suas obrigações em menos de cinco segundos.

                              

Foto: AP


Os problemas começaram quando, de forma indiscriminada, os investigadores decidiram aumentar o “salário” de alguns trabalhadores. Perante o olhar atónito dos restantes macacos, os capuchinhos afortunados começaram a receber uvas em vez de pepinos cada vez que recolhiam uma pedra.



Para compreender a gravidade do assunto, há que ter em conta que aos olhos (e boca) de um capuchinho, uma suculenta e doce uva tem um valor infinitamente superior a um pepino medíocre.



A reação dos macacos preteridos foi a mesma de uma qualquer trabalhador em situação de desigualdade manifesta: perderam a motivação, caíram no marasmo e começaram a desobedecer aos investigadores. O conflito laboral estalou e os capuchinhos maltratados recusaram continuar a trabalhar.


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Macaco montado numa cabra acusado de roubar agricultor chinês

06/01

2012

às 20:29

  Foto: Orange News

Um agricultor chinês queixa-se que um macaco montado numa cabra lhe tem roubado os vegetais da quinta.



Segundo o site Orange News, Ye Shu, residente em Donguan, província de Guangdong, diz que os animais pertencem a um circo instalado nas redondezas.



Ele acusa os dois animais de entrarem do terreno todos os dias, de lhe comerem os vegetais e provocarem outros estragos.



“Isto acontece desde há duas semanas, altura em que a companhia de circo se instalou aqui”, acusa Ye Shu.



O agricultor explica que o macaco, mais esperto, monta em cima da cabra e fica à espera até não estar ninguém a ver, antes de se lançar ao ataque.



“Se o macaco vê que ninguém está a trabalhar no campo, os dois entram e começam a comer os vegetais”, acrescentou.



Um porta-voz da companhia de circo admitiu que ninguém vigia os animais depois de eles acabarem a actuação.



“Lamentamos o que está a acontecer e temos estado a indemnizar Ye Shu”, referiu Wu Ju, acrescentando que vão ser contratadas pessoas para controlarem os animais.

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Nova vacina contra o HIV/Sida em macacos com eficácia de 83%

06/01

2012

às 16:25

 

Uma nova vacina contra o HIV/Sida em macacos desenvolvida nos Estados Unidos demonstrou uma eficácia de 83%, revela um estudo publicado na revista Nature e realizado pelos Institutos Nacionais de Saúde dos EUA.



De acordo com o jornal espanhol Público, que cita o estudo, trata-se de uma imunização combinada composta por vários antigénios.



O objectivo da investigação era provar a sua capacidade em neutralizar uma variante do vírus da imunodeficiência símia altamente letal.



O tratamento impediu o contágio com uma taxa de sucesso entre os 80 e os 83%. Além disso, nos animais infectados, a vacina reduziu “significativamente” a quantidade de vírus no sangue, informou o Instituto.



“O estudo permitiu-nos pôr à prova a efectividade das várias imunizações combinadas e ajudará a seleccionar os melhores candidatos para serem testados em ensaios clínicos”, explicou Dan Barouch, co-autor do estudo e investigador em Harvard.



Por seu turno, os Institutos Nacionais de Saúde já anunciaram que “há planos em marcha” para testar em doentes uma versão humana da vacina.



Com este estudo, os EUA tentam revitalizar os seus esforços para o fabrico de uma vacina para a versão humana da doença.

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Cientistas americanos criaram macaco com seis pais

05/01

2012

às 20:33

  

Foto: Universidade de Ciência e Saúde

Investigadores da Universidade de Ciência e Saúde do Oregão, nos Estados Unidos, juntaram os embriões de seis macacos e conseguiram com que destes nascessem dois gémeos, Roku e Hex, cada um com material genético dos seis primatas. A experiência já tinha sido feita com roedores e outros mamíferos, mas nunca com primatas.



Para que a experiência fosse bem sucedida, segundo o jornal espanhol El País, foi necessário utilizar embriões que estivessem numa fase muito inicial de desenvolvimento, ou seja, que tivessem apenas quatro células.



Terá este desenvolvimento sido o primeiro passo para a criação de Quimeras, a figura mitológica grega com corpo de cabra, cabeça de leão e cauda de serpente?



“As células não se fundiram, permanecem juntas e trabalham para a criação de órgãos”, explicou Shoukhrat Mitalipov, o coordenador do trabalho. “As possibilidades para a ciência são enormes”.



Os investigadores encontraram células derivadas dos três embriões originais em todos os órgãos dos dois macacos bebés, mas este facto, por si só, segundo El País, tem pouca utilidade. O que teria sentido, escreve o jornal, seria a criação do melhor fígado, do coração mais resistente e do cérebro mais desenvolvido.



O trabalho foi desenvolvido por cientistas que estudam o uso de células estaminais no tratamento de doenças como a de Parkinson.

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Os bebés aprendem a caminhar como os ratos

18/11

2011

às 19:00

 

Os primeiros passos dados pelos bebés não são muito diferentes dos passos dados pelos ratos, gatos ou, ainda mais surpreendente, das galinhas da Guiné, concluiu um estudo realizado pelas universidades de Roma (Itália) e do Minnesota (EUA) citado pelo jornal espanhol ABC.



Os bebés humanos aprendem a caminhar através da mesma cadeia de comandos dos neurónios motores que utilizam também os cachorros. O resultado da investigação, publicado na revista Science, sugere que a locomoção nos humanos e nos animais evoluiu a partir de uma rede neural ancestral comum.



Os investigadores compararam a actividade eléctrica produzida por 20 músculos ósseos diferentes em recém-nascidos e em crianças em idade escolar. Descubriram que nos recém-nascidos, os neurónios da medula espinal são activados em duas fases: uma fase dá ordens à perna para se dobrar e extender; a outra pede-lhes que se alternem para se moverem para a frente.



Circuitos neurais surpreendentemente semelhantes foram também observados em ratos, gatos, macacos e galinhas da Guiné.

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Macacos jogam jogos de computador apenas com o cérebro

07/10

2011

às 15:43

 

Dois macacos-rhesus (Macaca mulatta) aprenderam a manipular um braço virtual com o poder do cérebro e foram capazes de distinguir as diferenças entre texturas dos objectos virtuais que estavam “a sentir”, noticia o jornal britânico “The Telegraph”.



A experiência foi realizada por investigadores do Centro de Neuro-engenharia da Universidade Duke, no estado americano da Carolina do Norte. Com estes resultados, os cientistas esperam abrir caminho para o desenvolvimento de um “exoesqueleto robótico” que possa ser “vestido” por pessoas com paralisia severa, ajudando-as a moverem-se e a experimentarem o mundo utilizando ondas cerebrais.



Miguel Nicolelis, co-director daquele centro, disse ao “The Telegraph”: “Num futuro próximo, as pessoas tetraplégicas poderão aproveitar esta tecnologia não só para mover os braços e as mãos e voltar a andar, mas também para sentir a textura dos objectos colocados nas suas mãos”.



A actividade eléctrica dos dois macados-rhesus treinados no centro foi utilizada para movimentar as mãos de um macaco virtual que aparecia no ecrã, sem que eles mexessem qualquer parte do corpo.



As mãos virtuais foram depois usadas para explorar a superfície de três objectos virtuais, que pareciam iguais, mas tinham texturas diferentes, que foram espressas em minúsculos sinais eléctricos reenviados ao cérebros dos animais.



Durante a experiência, os primatas tinham que encontrar um objecto com uma determinada textura, sendo recompensados com um sumo de fruta sempre que o conseguiam.



Miguel Nicolelis refere que o estudo, publicado na revista “Nature”, deu esperança às pessoas que com lesões na espinal medula, uma vez que a reacção sobre as texturas dos objectos surgiu sem que tenha havido qualquer movimento do corpo dos dois animais.

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Polícia moçambicana matou macaco que furtava roupa interior feminina

22/09

2011

às 18:25

Não era um macaco qualquer, aquele que foi abatido na última semana pela polícia no bairro da Liberdade 2, na cidade de Inhambane, sul de Moçambique, depois de dias de grande agitação.

 

O macaco, que os moradores conheciam por Mágico, era suspeito de furtar roupa interior feminina e bebida Tentação, não necessariamente por esta ordem, pois não é à toa que aquela aguardente é conhecida por "boina vermelha", pelos efeitos que causa no cérebro.

 

Como se não bastasse o consumo de Tentação, a lenda do Mágico foi engrandecida no dia em que apanhado a roubar uma panela de caril de uma fogueira, "desferiu um potente soco" sobre a dona da casa, no relato do correspondente local da Rádio Moçambique, Matias Vilanculo.

 

Também roubava bolachas, bolos e bananas do interior das casas e barracas do bairro da Liberdade 2, até que uma acção policial pôs um fim definitivo às suas actividades.

 

Vilanculo disse hoje à Lusa que quando chegou ao Liberdade 2, já uma equipa do Comando Provincial da Polícia da República de Moçambique (PRM) tinha fuzilado o macaco, levando o corpo para parte incerta.

 

No bairro da Liberdade 2 os estendais femininos voltaram à normalidade mas a "boina vermelha" perdeu um admirador.

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Macacos bonobo conversam sobre a qualidade da comida

03/05

2011

às 17:22

 

Os macacos bonobos trocam entre si informação sobre os locais onde encontrar o seu alimento favorito latindo e piando, segundo uma nova investigação. Naquele que é o primeiro estudo do género, investigadores britânicos descobriram que os macacos dão uns aos outros detalhes sobre a qualidade da comida. A combinação de cinco chamamentos diferentes em sequência permite aos outros concentrarem as suas buscas em áreas onde há mais hipóteses de encontrarem os frutos preferidos, como os kiwis.



Os bonobos lançam um grunhido sempre que encontram alimento, de uma forma similar à dos seus primos chimpanzés, de modo a comunicar a sua descoberta ao resto do grupo. Contudo, nestas situações, os bonobos distinguem-se por terem mais quatro tipos de chamamento. Cientistas da Universidade de St. Andrews, na Escócia, tentaram verificar se as vocalizações dos bonobos eram, de facto, um indicador da qualidade do alimento.



“Sempre suspeitámos que os bonobos teriam a capacidade de entender algo através das vocalizações dos seus parceiros, mas, até ao momento, ninguém tinha o tinha testado”, disse, à BBC, o primatólogo Zanna Clay.



Os investigadores gravaram as vocalizações dos bonobos que vivem no Zoo de Twycross, no Reino Unidos, quando estes encontravam kiwis e maçãs no seu cercado. Os cientistas verificaram que sempre que encontravam o seu fruto preferido, os macacos emitiam latidos mais altos e mais longos e “pios” mais curtos.



Zanna Clay considera que, apesar de a comunicação dos bonobos não ser comparável à dos humanos, as suas capacidades auditivas são espantosas. Juntamente com os chimpanzés, os bonobos são os parentes mais próximos do ser humano e ambos têm cérebros grandes quando comparados com o tamanho do corpo.

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Macacos de parque inglês divertem-se a desmantelar Mercedes

18/03

2011

às 15:21

 

Um grupo de macacos do Longleat Safari Park, em Inglaterra, ao qual tinha sido dado um Mercedos velho para eles brincarem, conseguiu desmantelar o carro por completo. Segundo a edição inglesa do jornal Metro, nos dois últimos anos, o recinto onde vivem esteve fechado ao público para obras de remodelação, por isso, os intrometidos animais não tiveram qualquer veículo para se entreter. Por isso, os funcionários do parque pensaram que seria uma boa ideia dar-lhes um tratamento especial antes da grande re-abertura que será este fim-de-semana.



Escusado será dizer que os macacos se divertiram imenso. As malas que se encontravam no capô do carro foram as primeiras a serem vasculhadas, tendo um leão em peluche feito as delícias de muitos deles, embora, inicialmente, um dos macacos se tenha assustado por pensar que era um leão de verdade. Os espelhos retrovisores e os tampões das rodas foram os primeiros a desaparecer.

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Macacos-capuchinho esfregam corpo com a própria urina para atrair as fêmeas

27/02

2011

às 11:24

 Os cientistas conseguiram finalmente perceber o estranho hábito dos macacos-capuchinho (Cebus appela) de urinarem nas mãos e esfregarem a própria urina por todo o corpo: estão a transmitir às fêmeas a mensagem de que são solteiros e estão disponíveis para acasalarem. Segundo um novo estudo, citado pelo Mail Online, há mais actividade cerebral nas fêmeas que são expostas ao cheiro da urina dos macacos-capuchinho. Várias hipóteses de explicação sobre este estranho hábito tinham já sido avançadas anteriormente, mas todas careceram de sustentação. Algumas dessas hipóteses defendiam que a urina esfregada no corpo ajudaria a manter a temperatura corporal ou a distinguirem-se uns dos outros através do olfacto.  “Mas um novo estudo avança que quando um macho está a ser solicitado por uma fêmea, tentem a esfregar mais urina no corpo”, diz Kimberley Phillips, professora da psicologia da Universidade de Santo António, no estado americano do Texas. Kimberley Phillips e a sua equipa estudaram a actividade cerebral das fêmeas, com recurso a imagens de de ressonância magnética, quando estas estavam expostas à urina de machos sexualmente activos e a juvenis. O cérebros das fêmeas ficava um pouco mais activo quando estavam expostas à urina de adultos maduros do que à dos jovens, segundo o estudo, que foi publicado no American Journal of Primatology. Os investigadores acreditam que a urina dos machos adultos liberta maiores níveis de testosterona e que as fêmeas conseguem detectá-lo através do odor.  

Os macacos-capuchinos são oriundos da América Central e do Sul, onde vivem em grupos mistos dominados por um macho.

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Dois macacos bebés nomeados chefes de estação no Japão

20/10

2010

às 17:02

 

Dois macacos bebés foram nomeados chefes de uma estação ferroviária japonesa, noticia o jornal Mainiche. Nehime (fêmea) e Rakan (macho) começaram a trabalhar na estação de Hojomachi, na prefeitura de Hyogo, como forma de atrair mais pessoas ao local. Com sete e três meses, respectivamente, vestem os tradicionais uniformes azuis e respectivo chapéu, à semelhança dos restantes funcionários, fabricados por empresas locais.O presidente da Câmara nomeou-os chefes de estação e “residentes especiais”.


Os dois primatas pertencem a um residente de Hojomachi e foi o próprio quem propôs que Nehime e Rakan assumissem este papel, num atentativa de resolver os graves problemas financeiros da linha ferroviária de Hojo-cho. Uma vez por mês, os dois estarão com os seus uniformes na estação.


Esta não é a primeira vez que, no Japão, os animais assumem um papel preponderante numa estação ferroviária. Em Kishi, na prefeitura de Wakayama, o gato Tama há quatro anos que desempenha as mesmas funções.Desde então, o número de passageiros aumento 17%, segundo o jornal inglês Thelegraph, enquanto o investimento em publicidade foi de 9,6 milhões.

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Descoberta nova espécie de macaco na Colômbia

15/08

2010

às 15:00

 

Um grupo de investigadores descobriu no Amazonas, no sul da Colômbia, uma nova espécie de macaco do tamanho de um gato doméstico, segundo o diário espanhol El Mundo. O animal petence à família dos macacos titis (Callicebus), dos quais se conhecem cerca de 20 espécies. Esta nova espécie tem pelagem cinzenta e castanha e uma cauda comprida, de acordo com a organização Conservação Internacional.



Os cientistas alertaram para o perigo de extinção em que esta espécie se encontra, devido à desflorestação do seu habitat natural. Estima-se que existam apenas uns 250 exemplares dos recentemente descobertos macacos titi caquetá (Callicebus caquetensis).



Uma população saudável deveria ter vários milhares de exemplares. Para os animais, é muito difícil e, por vezes, impossível de fugir para outras zonas, uma vez que têm que atravessar a selva e trepar por cercas de arame farpado.



A diferença em relação a outras espécies de macacos, é que os titis são monogâmicos: o casal permanece junto toda a vida. Não é raro vê-los com as caudas entrelaçadas em cima do ramo de uma árvore. As fêmeas têm apenas uma cria por ano.



Durante muitos anos foi impossível viajar para a zona onde agora foram descobertos estes animais, devido à presença de grupos rebeldes na selva. Apenas há três anos os investigadores puderam alcançar a região com um estudante local, Javier García. Ali, encontraram 13 grupos de macacos titi caquetá. Todas as manhãs, eles marcam o território com um grito forte e complexo.



“Esta descoberta é muito importante, porque já tinhamos ouvido este animal, mas demorámos algum tempo até poder confirmar se se tratava de uma nova espécie”, explica Thomas Defler, um dos coordenadores da expedição.



Os investigadores, liderados por Defler y Marta Bueno, da Universidade Nacional de Colômbia, chamaram à nova espécie Callicebus caquetensis, já que Callicebus é o nome científico para o macaco titi e Caquetá é o noma da região colombiana em que foi encontrado. O animal foi apresentado na revista Conservação Primata.

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Polícia chilena confisca macaco mais pequeno do mundo

09/08

2010

às 21:15

A polícia rodoviária de Antofagasta, situada a cerca de 1367 quilómetros de Santiago, capital do Chile, confiscou a um peruano um exemplar do macaco mais pequeno do mundo, o Callithrix pygmaea, espécie altamente ameaçada. O sagui pigmeu estava escondido na roupa do peruano e foi descoberto durante uma acção de fiscalização de trânsito. Uma vez confiscado, o animal foi transportado para um centro de reabilitação próximo da cidade de Santiago. O sagui pigmeu adulto pode medir entre 14 e 16 centímetros e pesar apenas 120 gramas.

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