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Mergulho com tubarões atrai cada vez mais turistas aos Açores

02/06

2013

às 13:58

 O mergulho com tubarões está a crescer nos Açores, havendo já quatro empresas a oferecer este produto no Pico e Faial e peritos na matéria a dizerem que o arquipélago é considerado o melhor sítio do mundo para esta prática.


O fotógrafo português Nuno Sá, premiado internacionalmente, disse à Lusa que o volume de negócios do mergulho com tubarões nos Açores já gera dois milhões de euros de receitas de forma direta e indireta.


Nuno Sá, que possui vários prémios, já foi distinguido por duas vezes no maior e mais conceituado concurso de fotografia de natureza a nível mundial, o Veolia Environnement Wildlife Photographer Of The Year, organizado pela BBC e Museu de História Natural de Londres, com uma imagem obtida nos Açores de um tubarão azul.


"Nós encaramos tradicionalmente a observação de cetáceos, especialmente o cachalote, como o símbolo turístico dos Açores, mas no Pico e no Faial as empresas que começaram a fazer o mergulho com tubarões já ultrapassaram a atividade do 'wale watching' [observação de baleias]", refere.


Nuno Sá afirma que o mergulho com tubarões está a tornar-se uma "nova atividade", com um crescimento de 30 a 40 por cento por ano, que tem contribuído para desenvolver as empresas turísticas que vendem produtos relacionados com o mar no arquipélago.


"O tipo de cliente que vem para mergulhar com tubarões tem grande poder de compra e, regra geral, trata-se de mergulhadores muitos informados e viajados. Vêm à procura especificamente desta oportunidade única para mergulhar com um dos peixes mais rápidos dos oceanos, sendo os Açores já considerados o melhor sítio do mundo para esta prática", garante.


O fotógrafo concretiza que este tipo de mergulhador não se importa de gastar cinco mil euros numa semana para mergulhar nas Galápagos ou na grande barreira de coral e outros destinos mundialmente famosos, surgindo nos Açores à procura de um "destino de aventura" diferente, sendo o mergulho com tubarões a atividade mais procurada.


Eduardo Bettencourt gere a primeira empresa (Pico Sport), propriedade de um cidadão alemão, que nos Açores se dedicou ao mergulho com tubarões, há três anos, e refere que tem vindo a registar "grandes crescimentos" de procura, sendo uma atividade sazonal, com o ponto alto no verão.


O responsável pela Pico Sport, com sede na ilha do Pico, refere que no grupo central dos Açores, onde há montes submarinos com "muita abundância" de tubarões azuis, existem já quatro empresas que se dedicam a esta atividade.


"Tivemos conhecimento da existência dos tubarões através de um projeto que visava desenvolver um anzol que na pesca do espadarte não matasse as tartarugas, tendo-se verificado que 75 por cento da pesca eram tubarões azuis e marraxo. Face à sua existência, começamos a explorar este mercado", explica Eduardo Bettencourt.


"Por alguma razão a ilha do Pico foi a única que cresceu em termos turísticos, nos Açores, no ano passado. Este crescimento deveu-se ao número de pessoas que vieram para cá mergulhar com tubarões", diz o empresário, salvaguardando que os turistas fazem, em termos globais, dois mergulhos com tubarões, outro com jamanta, optando ainda por mergulhos costeiros.


Eduardo Bettencourt está "convicto" de que as empresas com atividade relacionada com o mar nas restantes ilhas dos Açores vão-se dedicar também, nos próximos anos, ao mergulho com tubarões, uma vez que também existem no resto do arquipélago.


O responsável pela Pico Sport  refere que a maior parte dos turistas dispostos a pagar 225 euros para mergulhar com tubarões azuis são os alemães, seguindo-se os austríacos, suíços, alguns belgas e também russos, que começam a surgir.

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Tubarão mata homem na Nova Zelândia

27/02

2013

às 14:33

Um homem de 47 anos morreu depois de ter sido atacado por um tubarão branco, com quatro metros de comprimento, enquanto nadava ao largo de uma praia situada no norte da Nova Zelândia, informaram hoje as autoridades locais.


A polícia ainda disparou diversas vezes na direção do animal, depois de a vítima ter ter sido "mordida por um grande tubarão", na praia de Muriwai, a cerca de 30 quilómetros de Auckland, segundo o jornal britânico “Guardian”. Algumas testemunhas disseram que também houve disparos a partir de um helicóptero.


A praia onde ocorreu o ataque mortífero foi isolada pela polícia neozelandesa e fechada aos mais de 200 banhistas que se encontravam no local no momento do incidente, cuja área está a ser patrulhada.


Os responsáveis pelos serviços de salvamento na praia avistaram “um ou dois” tubarões na área, que desapareceram assim que a vítima foi retirada da água.


Nas águas neozelandesas são conhecidas mais de 60 espécies de tubarões, mas os ataques são raros.


Os dados do Departamento de Conservação indicam que desde 1830 apenas se registaram 14 ocorrências. Os ataques não mortais são, em média, dois por ano.

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Tubarões avistados na costa portuguesa são inofensivos

24/08

2012

às 16:19

 

Um novo tubarão foi avistado esta semana ao largo de Oeiras, mas, de acordo com um especialista, estes animais são inofensivos para o Homem e vêm apenas à procura de plâncton e dos pequenos peixes de que se alimentam.



Segundo fonte da Polícia Marítima, um vídeo que circula na Internet desde terça-feira corresponde ao avistamento de um novo tubarão em Santo Amaro de Oeiras, poucos meses depois de outro animal ter sido avistado na mesma zona.



"É um novo avistamento de um tubarão, mas este é pequenino. Não foi nada de relevante", disse, salientando que, com o aumento da temperatura da água, estes animais aproximam-se mais da costa.



De acordo com Élio Vicente, do Zoomarine, é muito habitual os tubarões aproximarem-se da costa à procura de alimentos, mas estes animais são inofensivos para os humanos.



"Acontece que as pessoas continuam com o preconceito do nome e, sendo um tubarão, é uma coisa perigosa. O cação que nós comemos nos ensopados também é um tubarão, só que as pessoas, quando pensam em tubarão, pensam sempre em perigo", afirmou.



Élio Vicente salientou que é raro o ano em que não são avistados junto à costa tubarões, animais que pertencem normalmente à espécie dos tubarões-frade, o segundo maior peixe do mundo, a seguir ao tubarão-baleia.



Pode ter 10 a 12 metros de comprimento, mas alimenta-se de pequenos peixes ou do plâncton que existe à superfície das águas.



Desta forma, "é mais fácil quem está na praia ou numa mota de água vê-los à superfície, porque estão simplesmente a alimentar-se".



"Como as temperaturas estão mais quentes, a água de baixa profundidade aquece mais, o que faz o crescimento das algas e de todos os organismos que se alimentam das algas. E é isso que os tubarões fazem: aproximam-se da costa, porque vão à procura desse alimento que está mais próximo da costa", disse, destacando que os tubarões "estão junto à costa portuguesa, na costa algarvia, na de Oeiras, de Mira e afins há milhares de anos".



Existem mais de 500 espécies diferentes de tubarões no mundo inteiro e Portugal é um dos países com maior diversidade deste peixe ao largo da costa.



No entanto, "a maior parte dos tubarões que existem ao largo de Portugal são animais de profundidade, que vêm muito poucas vezes à costa ou à superfície", e a maior parte deles alimentam-se exclusivamente de pequenos peixes ou de plâncton.



"Não fazem mal, estão no seu habitat natural e nós é que somos os invasores", considerou Élio Vicente, salientando que "nunca em Portugal existiu um único incidente com tubarões, nestes milhares de anos que os portugueses convivem com a água, nem vai existir enquanto os tubarões que cá estiverem forem estes tubarões".



Na semana passada pelo menos um outro destes animais foi avistado nas praias do Farol, Furnas e Franquia, em Vila Nova de Milfontes.

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Tubarão-baleia com quatro toneladas deu à costa na Indonésia

02/08

2012

às 14:40

 

Fotos: AFP/Suryo Wibowo

Um tubarão-baleia preto com 13 metros de comprimento deu à costa na quarta-feira na praia de Baru, em Bantul, na Indonésia, morreu hoje, falhados os esforços das equipas de socorro e dos populares de o devolverem ao mar, conta o jornal The Jakarta Post.



“O tubarão deu à costa na quarta-feira. Ainda estava vivo quando o encontrámos pelas seis da manhã”, contou Gambos, um pescador local.



O animal morreu de exaustão, devido aos esforços que fez para regressar à água, segundo um membro da equipa de socorro. A mesma fonte contou que tentaram levar o tubarão-baleia para o mar com a ajuda de um barco, mas este revelou-se demasiado pequeno para puxar um animal que pesava quatro toneladas.



“Apesar do seu tamanho, este tubarão-baleia ainda era jovem. Em adulto, poderia atingir os 20 metros de comprimento”, explicou.



De acordo com Bandis, coordenador da ONG Amigos dos Animais de Yogyakarta, o tubarão-baleia aproximou-se de terra à procura de comida. O animal ter-se-á perdido do seu grupo. Na Indonésia, o tubarão-baleia é um animal protegido.

                         

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Ministros das Pescas da UE contra corte das barbatanas a tubarões vivos

19/03

2012

às 14:57

 

Os ministros das Pescas da União Europeia (UE) apoiaram hoje a proposta da Comissão Europeia de obrigar que as barbatanas de tubarões sejam desembarcadas amarradas às carcaças, faltando agora a luz verde do Parlamento Europeu.



O executivo comunitário tinha proposto, em novembro último, a proibição total da remoção de barbatanas de tubarões a bordo de navios, resolvendo vazios legais que permitiam o desembarque das barbatanas num porto e as carcaças noutro, bastando não haver qualquer registo nos diários de bordo para impedir o controlo das capturas de tubarões.



A UE permite o corte parcial das barbatanas, devendo estas ser dobradas contra a carcaça do animal, exceção que assegura responder "às preocupações legítimas do setor das pescas, no que se refere à armazenagem e à manipulação".



Portugal está em 16.º lugar na tabela mundial de capturas de tubarões, com mais de 10 mil toneladas por ano, mas, ao contrário de outros países, não desperdiça, segundo fontes comunitárias.



Segundo a média dos desembarques declarados de tubarões, a Indonésia lidera a pesca desta espécie, numa lista em que a Espanha está em terceiro lugar.



No caso português, as capturas são principalmente de pequenos tubarões, que não estão sujeitos a proibições de pesca, segundo fonte diplomática.



De qualquer modo, em Portugal não há a prática de guardar as barbatanas e deitar borda fora as carcaças, uma vez que, segundo a mesma fonte, "tudo é aproveitado", incluindo as barbatanas e a carne, que é vendida no mercado português sob a designação de cação.



Segundo Bruxelas, os tubarões estão seriamente ameaçados na sequência de um enorme aumento na procura das suas barbatanas.



As barbatanas são removidas a bordo dos navios, muitas vezes estando os tubarões ainda vivos, sendo estes atirados de volta para o mar, prática que Bruxelas quer ver terminada.



A proibição desta prática vigora na União Europeia (UE) desde 2003, mas a existência de vazios na legislação tem limitado a sua eficácia.



Em causa está, nomeadamente, a emissão de autorizações especiais de pesca, ao abrigo do regulamento CE 1185/2003, que permite - sob determinadas condições - a remoção das barbatanas a bordo do navio e o desembarque de barbatanas e carcaças em portos diferentes.

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Encontrado medalhão português do século XIII dentro de um tubarão na Malásia

22/02

2012

às 14:24

 

Uma dona de casa de Klebang, na Malásia, encontrou um medalhão, de origem portuguesa e datado do século XIII, quando preparava um tubarão para cozinhar, divulgou hoje a comunicação social local.



O medalhão, com um peso de cerca de 10 gramas, exibe, num dos lados, o perfil de uma mulher com uma coroa na cabeça, enquanto que na outra face é visível a figura de um crucifixo e uma inscrição - ANTONII, referiu a mesma fonte.



De acordo com um historiador local, citado pelo diário The Star, o perfil feminino pertence à rainha Isabel, consorte do rei D. Dinis, que governou Portugal de 1279 a 1325.



A mulher que fez a descoberta, Suseela Menon, de 47 anos, encontrou o objecto dentro de um tubarão, que tinha comprado num mercado local.



"Decidimos não comer o tubarão, uma vez que o objecto parece ter elementos religiosos", afirmou Suseela, em declarações ao jornal. Para a dona de casa, mãe de duas crianças, a descoberta "foi uma bênção para a família".



O medalhão, com 7,4 centímetros de comprimento e seis de largura, pode ter sido transportado por um soldado ou missionário português durante a colonização da Malásia (Malaca) em 1511.



A cidade malaia esteve sob domínio português entre 1511 e 1641.


Investigadores lançam livro ilustrado sobre raias e tubarões dos Açores

15/12

2011

às 18:56

 

O primeiro catálogo ilustrado publicado em Portugal sobre raias e tubarões, da autoria de investigadores das universidades dos Açores e de São Paulo, no Brasil, descreve 52 espécies encontradas no mar dos Açores, incluindo algumas quase desconhecidas.



O “Catálogo Ilustrativo de Raias e Tubarões dos Açores”, apresentado na quarta-feira à noite em Angra do Heroísmo, é um trabalho dos investigadores João Pedro Barreiros, da Universidade dos Açores, e Otto Gadig, da Universidade Estadual Paulista.



"É uma forma de profissionais e de qualquer pessoa que goste do mar poderem conhecer e visualizar as espécies que ocorrem na Zona Económica Exclusiva dos Açores, na margem das 200 milhas", afirmou João Pedro Barreiros à agência Lusa, salientando que a obra resulta de uma "pesquisa exaustiva sobre o que se sabe de cada uma das espécies".



Para este investigador, trata-se de "um contributo para o conhecimento científico de um grupo de animais que é bastante específico".



"Há espécies que são praticamente desconhecidas", frisou, acrescentando que este tipo de publicações "aumenta o conhecimento da biologia destas espécies misteriosas, de grande profundidade, que ninguém vê e nem os pescadores conhecem".



Uma das espécies descritas no livro é o 'Azores DogFish', um tubarão de profundidade, de que são conhecidos apenas dois exemplares, o primeiro dos quais foi "apanhado nos anos 70 entre as ilhas das Flores e do Corvo" por um navio pesqueiro da frota da União Soviética e está depositado no Museu de História Natural de S. Petersburgo, na Rússia.



O 'Azores DogFish' só foi descrito para a comunidade científica internacional em 1988, tendo o segundo exemplar sido apanhado mais recentemente, também no mar dos Açores.



O catálogo, publicado em português e inglês, inclui uma parte informativa sobre tubarões e raias com os principais aspetos da sua biologia, "espécie por espécie, porque cada caso é um caso".



As imagens, segundo João Pedro Barreiros, possuem comentários "relativos à importância pesqueira da espécie, ao seu estatuto de vulnerabilidade" e, no caso dos tubarões, sobre "o potencial perigo que podem representar para os humanos".

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Surfista americano atacado por tubarão corre risco de vida

30/10

2011

às 14:47

 

Um surfista da Califórnia ficou sábado ferido, aparentemente correr risco de vida, quando pouco depois de entrar na água foi atacado por um tubarão que o mordeu no pescoço e no braço.



Eric Tarantino foi atacado cerca das 7 horas locais, minutos depois de ter entrado nas águas da praia Marina State com um amigo para surfarem, revelou o Monterey Harald.



O tubarão terá mordido o jovem surfista de 27 anos no pescoço e no braço e destruiu parcialmente a prancha de surf.



Eric Tarantino foi ajudado pelo amigo Brandon McKibben a sair da água enquanto outros surfistas usavam toalhas para tentar estancar a hemorragia e o levaram para um pequeno aeroporto local onde foi transferido para o Centro Médico de São José.



O estado de saúde do surfista não foi revelado imediatamente, mas uma responsável local salientou que os ferimentos não pareciam colocar a vida do jovem em risco.



As autoridades vão agora colocar avisos da presença do tubarão ao longo da praia e estão a desaconselhar surfistas e veraneantes a entrar nas águas nos próximos dias.

 

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Britânico morto nas Seychelles por um tubarão

17/08

2011

às 20:21

 

Um britânico morreu, na terça-feira, depois de ter sido atacado por um tubarão na ilha de Praslin, nas Seychelles, durante a lua-de-mel, conta o jornal inglês The Telegraph.


 

Ian Redmon, de 30 anos, estava em lua-de-mel com a esposa quando foi atacado na praia de "Anse Lazio", numa das ilhas mais bonitas do arquipélago das Seychelles. O homem, que estava a praticar snorkelling na costa, foi surpreendido pelo animal e não resistiu ao ataque.


A esposa, Gemma Houghton, de 27 anos, que estava a apanhar sol na praia, ouviu o marido gritar por ajuda e testemunhou o ataque fatal. O casal uniu-se no dia 6 de Agosto e encontravam-se na segunda semana de lua-de-mel.

Segundo fontes no local, o homem foi rapidamente trazido para terra e levado de helicóptero para o hospital onde foi declarado morto, devido a perda maciça de sangue.

"Ele não tinha nenhuma hipótese de sobreviver devido à natureza dos ferimentos", revelou o porta-voz policial, Jean Toussaint.

O candidato mais provável para o ataque será o tubarão tigre, que é conhecido por causar vítimas em diversos ataques a seres humanos.

Este terá sido o segundo ataque fatal de um tubarão, em menos de duas semanas. Um mergulhador francês, de 36 anos, foi a outra vítima mortal de um ataque a 2 de Agosto, na mesma ilha.

Um outro ataque de tubarão registado na região de Primorye, no extremo oriente russo, feriu gravemente um jovem, de 25 anos, esta quarta-feira. Segundo fontes locais, os ataques de tubarões são extremamente raros na região.

Um homem foi internado em estado grave, inconsciente. Os seus braços foram rasgados até ao cotovelo, mas vai sobreviver”, revelou fonte hospitalar, segundo a agência AFP.

O ataque terá ocorrido a 50 metros da costa, o primeiro na região afirma o Ministério de Situações de Emergência que garante nunca ter registado ataques de tubarão na zona.

Após o incidente foram lançados diversos alertas para todos aqueles que se aproximassem da região, recomendado-os a ter muito cuidado com a possível presença de tubarões.

Vários tipos de tubarões podem ser vistos na costa noroeste do Mar do Japão contudo, não é considerada uma zona perigosa.

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Norfolk em alerta depois do ataque a dois golfinhos

06/04

2011

às 16:09

 

As autoridades marítimas de Norfolk, em Inglaterra, suspeitam de que um tubarão gigante ou uma baleia assassina estarão a rondar a costa, depois do corpo de um golfinho ter aparecido na praia com sinais de dentadas. Segundo o Mail Online, há suspeitas de que estas sejam de um grande predador. O golfinho morto foi descoberto por Linzi Smith e Steve Hunt, quando passeavam à beira-mar em Winteron, perto do resort de Great Yarmouth.



Esta descoberta ocorreu cinco dias depois de Hollie Moran ter encontrado um outro golfinho com alguns pedaços de carne arrancados da cabeça e do ***, em Horsey, a cerca de duas milhas. Linzi Smith disse, aos jornal, que só deu importância ao seu achado depois de ter tido conhecimento deste outro golfinho que deu à costa também morto. Hollie Moran, por seu lado, disse que o facto de terem ocorridos dois ataques deste género em tão pouco tempo “é assustador”. “O ano passado, fizemos bodyboard em Horsey, mas este ano nem pensaria duas vezes nisso”, acrescentou.



Ken Collins, do Centro Nacional de Oceanografia, em Southampton, não tem dúvidas de que os golfinhos foram atacados por tubarões, provavelmente, um tubarão anequim. “Poderá ter sido um grande tubarão branco. O mar em volta de todo o Reino Unido é habitado por grandes tubarões”, explicou. Por seu turno, o naturalista Percy Trett refere um ataque por parte de uma baleia assassina é uma explicação mais plausível. “Este tipo de ataque é raro na nossa região. No entanto, as baleias assassinas que rondam a costa escocesa ocasionalmente descem até ao Mar do Norte. E atacam golfinhos e focas”, referiu.

Comer tubarão é prejudicial para os dentes das orcas

28/01

2011

às 18:30

  Foto: Discovery News

Tal como acontece com as crianças que comem muitos doces, também os dentes das orcas sofrem estragos quando estas mastigam determinado tipo de comida, como carne de tubarão. Segundo o Discovery News, as orcas (Orcinus orca), ou baleias assassinas, que nadam nas profundas águas do nordeste do Pacífico, alimentam-se sobretudo do tubarão-dorminhoco (Cephaloscyllium ventriosum). Mas comer tubarão tem um preço alto.



Os dentículos dérmicos (pequenos dentes que existem na pele dos tubarões, como se fossem escamas) provocam estragos nos dentes das orcas. “Encontrámos algumas baleias-assassinas mais velhas com os dentes gastos até à gengive”, diz John Ford, da Estação Biológica do Pacífico, em Nanaim, British Colombia, Canadá. O estudo que desenvolveu com a sua equipa foi publicado no jornal Aquatic Biology.

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Mais de um milhão de tubarões capturados por ano no Atlântico

23/11

2010

às 9:41

Quase 1,3 milhões de tubarões, incluindo espécies ameaçadas, foram capturados em 2008 no oceano Atlântico por navios de pesca industrial que ignoram os limites impostos às capturas, anunciou ontem a organização não-governamental (ONG) Oceana. Segundo a agência Lusa, a ONG adianta, num relatório publicado à margem de uma reunião da Comissão Internacional para a Conservação dos Tunídeos do Atlântico (CICTA), que os números verdadeiros da captura de tubarões poderão ser bastante mais elevados devido à existência de grandes lacunas na publicação de dados sobre este tipo de pesca.

 

As atribuições da CICTA abrangem os tubarões porque os principais predadores marinhos são uma "captura acidental" frequente pelos navios que pescam atum. Os 48 membros da CICTA, que se encontram reunidos em Paris até sábado, têm em agenda a adopção de medidas, incluindo a imposição de quotas e restrições, para garantir que a pesca comercial no Atlântico é feita de modo a garantir a sustentabilidade de stocks.

 

Apesar de a reunião da CICTA dizer respeito sobretudo à protecção do atum rabilho, a mais valiosa espécie de atum, ONG dedicadas à proteção ambiental, como a Oceana, que se apoiam em dados de biólogos, alertam a organização para o facto de várias espécies de tubarões, igualmente de elevado valor comercial, enfrentarem problemas de conservação mais graves que os do atum.

 

Das 21 espécies de tubarões identificadas no Atlântico cerca de três quartos são consideradas em risco de extinção. Nos termos da Convenção da ONU sobre o Direito do Mar, as espécies migratórias de tubarões devem ser sujeitas a gestão em instâncias internacionais. A maioria dos tubarões são capturados comercialmente apenas para alimentarem o mercado asiático de barbatanas de tubarão - consideradas uma iguaria.

 

Após a captura, as barbatanas são removidas e, na maior parte dos casos, os tubarões ainda vivos, mas mutilados e sem capacidade de nadar são lançados de volta ao mar, numa prática que é proibida, mas que é raramente punida.

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SEA LIFE Porto oferece mergulho com tubarão

08/10

2010

às 20:23

Pelo segundo ano consecutivo, o SEA LIFE Porto associa-se à realização da Semana de Protecção do Tubarão em Portugal, dedicando a programação do mês de Outubro ao fantástico mas incompreendido rei dos mares - o tubarão. Numa organização conjunta da APECE, da Vida Viva e do Homem ao Mar, a Semana de Protecção do Tubarão em Portugal, com um vasto programa, visa a sensibilização para uma das espécies simultaneamente mais temidas e incompreendidas do mundo selvagem.

 

"Os tubarões já por cá andam há mais de 350 milhões de anos. Chegaram antes mesmo dos dinossauros. E, no entanto, o conhecimento que temos deste animal fantástico é ínfimo e, a muitos níveis, desenquadrado da realidade. É urgente desmistificar a ideia irreal e disseminada por Hollywood, do tubarão como o assassino", adverte Ana Torres, directora de Marketing do SEA LIFE Porto.

 

Com esse objectivo o SEA LIFE Porto preparou uma programação inteiramente dedicada ao tubarão na qual se incluem palestras, visitas guiadas, exibição diária e alternada dos documentários ‘Sharkwater' e ‘Deep Blue', workshops para escolas (sujeitos a inscrição prévia), jogos, e muito mais.

 

Integrado no Mês do Tubarão, o SEA LIFE Porto desafia ilustradores e cartoonistas a enviarem até 15 de Novembro o seu trabalho mais original subordinado ao tema "SOS Tubarões: Procura-se Vivo". Os participantes deste concurso habilitam-se a ganhar um mergulho com os tubarões residentes no Tanque Oceânico e uma experiência de um dia nos bastidores do SEA LIFE Porto podendo acompanhar a alimentação dos animais, os testes de água, as rotinas e procedimentos veterinários. Os trabalhos devem ser entregues em formato A3 ou A2, em papel, cartão ou tela e o regulamento está disponível aqui.

 

Simultaneamente, o SEA LIFE Porto lança a campanha SOS Tubarão que consiste que na compra do livro "Tudo o que sempre quis saber sobre Tubarões" por €1,50; €0,50 revertem a favor da Shark Trust, uma associação de protecção da vida marinha dedicada ao estudo, gestão e conservação das populações de tubarões e raias em todo o mundo.

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Sobreviventes de ataques de tubarões lutam pela preservação destes predadores

14/09

2010

às 15:26

 

Perderam braços, pernas e pés, mas apesar disso, nove sobreviventes de ataques de tubarões aderiram a uma campanha que visa sensibilizar a sociedade para os perigos que estes predadores dos mares correm, devido à acção do Homem, de acordo com a AFP. Estes sobreviventes reuniram-se, ontem, na sede da ONU, em Nova Iorque (EUA), para dizer ao mundo que os seus agressores precisam de protecção urgente.



Paul de Gelder, mergulhador da Marinha australiana, cuja mão e parte da perna direitas foraam arrancadas, no ano passado, por um tubarão na Baía de de Sidney, explicou que estava ali “a dara voz a um animal que não podia fazê-lo”. Devido à pesca intensiva, algumas espécies de tubarões correm risco de extinção. Anualmente, são mortos 73 milhões de tubarões só para lhes serem retiradas as barbatanas, uma prática conhecida como “finning”. “Estamos a dizimar populações de tubarões por uma tijela apenas”, alertou Gelder.



O Pew Environment Group, uma organização sedeada em Washington, responsável por levar os responsáveis à ONU, referiu que 30% das espécies de tubarão estão ameaçadas ou em risco de extinção, enquanto o destino de 47% é desconhecido. Os cientistas defendem que o extermínio dos tubarões, que se encontram no topo da cadeia alimentar dos oceanos, significaria a destruição do escossistema marinho.



Esta organização tem vindo a exercer pressão para que a prática de “finning” (modalidade de pesca em que é apenas retirada a barbatana ao tubarão e e este é devolvido, agonizante, ao mar) seja proibida e que a legislação relativamente à caça destes animais seja mais apertadas em todo o mundo.

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Partes de um corpo humano encontradas no estômago de um tubarão-tigre capturado nas Bahamas

10/09

2010

às 20:30

 

As pernas, os braços e o tronco de uma pessoa foram encontrados no estômago de um tubarão-tigre capturado, na semana passada, por um pescador nas Bahamas, de acordo com a AFP e outros órgãos de comunicação social. Os tubarões-tigre conseguem nadar longas distâncias, pelo que ainda é está clarificado onde é que este exemplar, que mede cerca de 3,60 metros de comprimento e foi apanhado a cerca de 35 milhas a sul de New Providence, terá atacado a vítima.



Quando foi apanhado pelos pescadores, o tubarão-tigre cuspiu uma perna humano. “Prendemos uma corda à cauda e içámo-lo para o barco. Estavamos decididos a retirar-lhe o gancho, quando ele cuspiu uma perna”, contou um dos pescadores a um jornal local. Uma vez em terra, abriram-lhe a garganta e encontraram mais pedaços de um corpo humano – uma perna, um braço e o que parecia ser o torso, mas sem cabeça.



O comissário Glenn Miller, da Polícia de Nassau, explicou que neste momentos estão a ser feitos testes de ADN referentes a uma pessoa dada como desaparecida naquela zona.De acordo com o mesmo responsável policial, pelo menos duas pessoas estão dadas como desaparecidas, embora Miller não coloque de parte qualquer hipótese para o sucedido. A pessoa poderia já estar morta e o tubarão simplesmente devorado o seu cadáver.



Humphrey Simmons, um bancário que viu o exemplar capturado, não tem dúvidas de que as partes do cadáver pertencem a um homem. Embora acrescente que “não tinha qualquer peça de roupa ou sinais de identificação”.



Marie Levine, do Instituto de Pesquisa de Tubarões de Nova Jérsia, afirmou à AFP que os ataques de tubarões aos seres humanos são todos diferentes uns dos outros. “Não é muito comum os tubarões-tigre atacarem pessoas vivas, que podem oferecer resistência”, explicou.

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