Britânico condenado a prisão por ter baleado o próprio cão

29/08

2013

às 20:09

Um britânico foi condenado a 20 semanas de prisão em Northampton por ter baleado o próprio cão por seis vezes e o ter deixado a morrer numa vala.



Segundo a edição britânica do jornal Metro, Marc Turnbull, de 38 anos, também bateu no animal com uma pá, alegando que esta era a sua única opção, uma vez que não conseguia encontrar outro lar para o cão.



Rocky foi encontrado numa vala na A5, perto de Weedon, em Northampstonshire, no dia 21 de abril. Foi encontrado por um transeunte três dias depois. Tinha vários ferimentos, incluindo um orifício de bala na cabeça.



Sobre Marc Turnbull prendiam três acusações de maus tratos a animais. O homem foi identificado através do michochip de Rocky.



O animal recuperou e encontrou uma nova família.

Colonel Meow é o gato mais felpudo do mundo

29/08

2013

às 16:08

Colonel Meow (“Coronel Miau”, em tradução livre), um gato arraçado de Himalaio e Persa de dois anos, acaba de ser distinguido pelo Guiness World Record como o felino com o pelo mais longo do mundo: cerca de 22,87 centímetros.



Os donos, Anne Marie Avey e Eric Rosario, vão promover uma festa hoje em Los Angeles (EUA) para celebrar o título.



Segundo o jornal britânico “Mirror”, Colonel Meow tornou-se mundialmente famoso graças às fotografias publicadas na Internet onde mostra o seu amor pelo whisky escocês ou o seu ódio pelas aves.



O seu canal de vídeos no Youtube tem mais de 1,3 milhões de visitas e a página no Facebook cerca de 180 mil seguidores.



“A casa está sempre cheia de pelo, incluindo nós”, contou ao jornal Anne Marie Avey. “Parece que estou sempre a aspirar”

Jovem morto por crocodilo na Austrália

25/08

2013

às 15:59

Foto: Global Imagens/Arquivo

Um jovem de 24 anos terá sido devorado por um crocodilo de 4,5 metros de comprimento quando nadava num rio infestado por estes animais no sábado, no norte da Austrália, segundo o jornal britânico “Telegraph”.



A vítima participava numa festa de aniversário junto ao rio Mary, a cerca de 100 quilómetros de Darwin, e nadava com um outro amigo. “Eles nadaram até à outra margem do rio. No regresso, a vítima foi vista entre as mandíbulas do crocodilo quando este subia o rio”, contou Geoff Bahnert, oficial da Polícia.



“Os grandes crocodilos costumam afogar as suas vítimas primeiro para melhor as controlar. Tendo em conta a experiência do passado, infelizmente, ele deve ter morrido de forma muito rápida”, acrescentou.



O ataque ocorreu pelas 16 horas de sábado num famoso parque australiano muito frequentado por observadores de crocodilos. Aquela zona é uma das mais densamente povoadas por crocodilos e existem inúmeros avisos a alertarem os turistas para o perigo, segundo o mesmo jornal.

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Cria do roaz do Sado morta por animais da mesma espécie

24/08

2013

às 14:21

Foto: Global Imagens/Arquivo

A cria de roaz do rio Sado encontrada morta há uma semana foi agredida por animais da mesma espécie, um comportamento que nunca tinha sido detetado nesta população, revelou hoje o Instituto de Conservação da Natureza e Florestas



A cria de roaz Sapal, nascida no início do mês, foi observada a 16 de agosto a ser transportada, já morta, pela mãe e no dia seguinte os técnicos do ICNF na Reserva do Estuário do Sado recuperaram o corpo que foi submetido a necrópsia.



O exame encontrou várias lesões relacionadas com agressão violenta, em diversas partes do corpo da cria de roaz. "A observação macroscópica revelou a existência de lesões relacionadas com agressão violenta", refere um comunicado do ICNF.



No dia anterior à deteção da cria morta, o ICNF foi alertado por uma das empresas de observação de cetáceos para um comportamento estranho envolvendo três roazes jovens que "empurravam" a cria Sapal para a superfície.



Este comportamento assemelhava-se àquele realizado pelos animais adultos, sobretudo as fêmeas, em situações em que as crias se encontram em dificuldades.



Embora "estranho" e inédito entre a população do Sado, "foi interpretado como podendo ser um comportamento lúdico (brincadeira), tanto mais que quando a cria era observada a nadar e a respirar sozinha junto da progenitora e de outros adultos aparentava um comportamento normal", explica o INCF.



"A existência de comportamentos agonísticos (agressão) entre cetáceos da mesma espécie (por exemplo entre roazes) e entre espécies diferentes (por exemplo ataques de roazes a botos) está documentada em bibliografia da especialidade, mas tal comportamento não tinha ainda sido presenciado na população do Sado", salienta.



O ICNF voltou a alertar os utilizadores do estuário do Sado para a necessidade de cumprimento do código de conduta da observação de cetáceos, sobretudo nos aspetos relacionados com as distâncias, modo de aproximação aos roazes e número de embarcações em observação simultânea.



A população de roazes residente no estuário do Sado é única em Portugal e uma das poucas existentes na Europa.


Morcego em vias de extinção localizado na Mata do Buçaco

23/08

2013

às 16:35

Foto: Global Imagens/Arquivo
 
Uma espécie de morcego em vias de extinção, classificada como "criticamente em perigo" pelo Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal, foi recentemente localizada na Mata do Buçaco, foi hoje anunciado.



"Foi registada pela primeira vez, na Mata Nacional do Buçaco, o morcego-de-ferradura-mediterrânico (Rhinolophus euryale). Trata-se de um registo muito importante que enfatiza a já sobejamente demonstrada importância conservacionista que a mata tem. Esta descoberta acontece depois de vários anos de monitorização dos morcegos da mata", explica a direção da Mata do Buçaco, em comunicado.



O Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal "atesta a raridade da espécie, indicando que no território continental deverão ocorrer menos de mil indivíduos. Este morcego é maioritariamente cavernícola, podendo, no entanto, também abrigar-se em edifício. Alimenta-se em áreas de floresta de folhosas e autóctone, motivo que o terá atraído à Mata do Buçaco", diz a instituição.



O primeiro registo, conta, aconteceu em fevereiro, "quando o biólogo da Universidade de Aveiro André Aguiar gravou os ultrassons desta espécie, no âmbito dos trabalhos do projeto BRIGHT, em curso na mata".



No entanto, refere a instituição, "só agora esses ultrassons foram devidamente analisados e a presença da espécie foi confirmada por Milene Matos, investigadora no Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro".



A investigadora adianta que a presença da espécie, "pela primeira vez registada na mata em fevereiro, após o ciclone Gong ter devastado a região em janeiro, não será coincidência".



"Devido ao ciclone, estes morcegos deverão ter perdido os seus abrigos e locais de caça habituais, para além de terem ficado desorientados. Felizmente, parecem ter encontrado as condições necessárias para viverem na Mata do Buçaco, pois os registos indicam uma presença regular desde fevereiro", diz.



Este registo eleva assim para 15 o número de espécies de morcegos confirmadas na Mata do Buçaco. Em Portugal há 25 espécies.


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Polícia britânica investiga "churrasco" de cisne da rainha

21/08

2013

às 16:06

A polícia britânica está hoje a investigar a morte e aparente churrasco de um dos cisnes da rainha Isabel II.



O cisne terá sido morto, cozinhado em fogo aberto e a carne retirada antes de os ossos terem sido abandonados na margem de um rio próximo do castelo de Windsor, a oeste de Londres, anunciou a polícia e a organização de proteção dos animais 'Swan Lifeline'.



Todos os cisnes existentes no Reino Unido são considerados propriedade da coroa e matar uma das aves é considerado crime.



A carcaça queimada do cisne, em que faltava principalmente a carne do peito, foi encontrada no domingo por Wendy Hermon, membro da 'Swan Lifeline', que se dedica a tratar de cisnes doentes e feridos.



Um comunicado da polícia anunciou hoje que está em curso uma investigação por roubo e morte de um cisne. A informação policial refere que "o cisne foi morto e depois queimado".



Os cisnes, que uma lei do século XII estipulou serem propriedade da coroa britânica, foram uma iguaria tradicional servida em banquetes reais, mas desde 1981 que são protegidos por lei.



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Zoo dos EUA quer acasalar rinocerontes de Sumatra irmãos para salvar espécie

28/07

2013

às 14:15

Foto: AFP/Cincinnati Zoo

Um jardim zoológico americano decidiu avançar com a decisão controversa de acasalar dois rinocerontes de Sumatra irmãos, a viver em cativeiro em Cincinnati, no estado de Ohio, numa tentativa desesperada de preservação de uma espécie ameaçada de extinção.



Apesar da controvérsia e das reações fortes que a decisão despertou, a diretora do Centro Lindner para a Investigação e Conservação da Vida Selvagem Ameaçada, Terri Roth, garantiu que esta era a única alternativa que restava, e que o acasalamento pode avançar já em agosto.



Os especialistas dizem que não existem mais de 100 rinocerontes de Sumatra a viver no seu habitat natural, na Indonésia e na Malásia. Em cativeiro, existem apenas 10 espalhados pelo mundo, e quatro deles têm relações de consanguinidade.



Para Suci, a rinoceronte fêmea com nove anos de idade a viver no zoológico de Cincinnati, os únicos machos adequados para o acasalamento são os da sua própria família. A inseminação artificial está fora de questão, até porque nunca houve um caso de sucesso entre animais desta espécie.



"A menos que a Indonésia capture mais rinocerontes e um macho sem relação familiar com Suci fique disponível para acasalar, não teremos a diversidade genética que precisamos", referiu Terri Roth.



Os especialistas correm contra o tempo para combater a extinção da espécie: quanto mais tempo as fêmeas rinoceronte de Sumatra levam para se reproduzirem, maior a dificuldade para o conseguirem, uma vez que os seus órgãos reprodutivos podem desenvolver quistos que, eventualmente, podem provocar infertilidade.




A especialista Susan Ellis, da Fundação Internacional do Rinoceronte, sublinhou que a população desta espécie de rinocerontes sofreu uma queda dramática, consequência da invasão humana do seu território natural e da caça aos seus chifres, que algumas culturas asiáticas acreditam ter poderes curativos, apesar de serem apenas compostos por uma proteína que as pessoas também têm nas unhas e no cabelo: a queratina.



O cruzamento da espécie entre irmãos não deixa de ser um risco e que na maioria das vezes surgem problemas como malformações, mutações genéticas perigosas, entre outras, como alerta outro especialista, David Wildt, alto responsável do Instituto Smithsonian para a Conservação Biológica.



"Não sei se lhe podemos chamar uma solução. Penso que é mais uma estratégia, que abre um debate saudável", afirmou Wildt, sobre o cruzamento entre irmãos, frisando ainda que Suci e Harapan, o irmão que também habita no zoológico de Cincinnati, não são os dois últimos exemplares da sua espécie.


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